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sexta-feira, 19 de março de 2010

47) Dossiê Gameretro #02 - Intelligent Systems

Bom, depois de um mês sem postagens, estou de volta! Acredito até que vocês (2) estão acostumados com isso, então não vou nem tentar justificar. Mas fiquem tranqüilos, chegarei ao post de número 50 ainda esse ano!!! =D

E. como próximo post, resolvi retomar uma série que comecei a alguns meses atrás, onde eu falava um pouco a respeito daquelas desenvolvedoras das maravilhas de software chamados games que tanto adoramos. Sim, estou falando do...



Nessa edição, falaremos sobre um dos braços principais da toda-poderosa Nintendo, criada nos seios da própria empresa japonesa para desenvolvimento de hardware, e que, com o passar dos anos, acabou se tornando uma das mais sólidas empresas de games, se mantendo como uma das first-party da Nintendo, com duas franquias de estratégia extremamente sólidas em sua qualidade. Com vocês, a...



1) Nome - Intelligent Systems Co. Ltd.

2) Nacionalidade - Japonesa

3) Data de fundação - 18 de fevereiro de 1984 (Japão); 18 de Outubro de 1985 (EUA)

4) Presidente - Toru Nahiriro

5) Nº de empregados - 123

6) Website - www.intsys.co.jp

7) Sobre a empresa - A Intelligent Systems começou como uma equipe de um homem só, por mais incrível que isso possa parecer. O homem em questão era Toru Nahiriro, que foi contratado pela Nintendo para fazer o port dos jogos de Famicom Disk para cartuchos. Pouco depois, a empresa se tornou uma subsidiária da Big N, onde trabalhava basicamente com ports de jogos e desenvolvimento de hardware. Nesse período, muitas das suas contribuições foram em conjunto com a Nintendo R&D1 e R&D4, em vários títulos.

Os primeiros jogos programados pela Intelligent Systems foram Famicom Wars e Fire Emblem, já no fim do ciclo do Famicom, em conjunto com a Nintendo R&D1 (que cuidou do design (gráfico e do game), além da trilha sonora. Com o sucesso dos dois jogos, a Intelligent ( ou, melhor dizendo, Toru Nahiriro) conseguiu enfim contratar uma equipe inteira para que a empresa deixasse de ser apenas uma programadora de jogos para, enfim, ser uma desenvolvedora completa, se consolidando até hoje como uma das mais prolíficas e regulares empresas, sempre produzindo games para a Big N.

Inicialmente, a empresa baseada a maioria dos seus esforços nas suas duas maiores franquias, Fire Emblem (que teve uma sequência para o Famicom e tres para o SNES, ambas apenas no Japão) e a série Wars, que, além do primeiro jogo para o Famicom, ganhou um para SNES e quatro para o Game Boy. Ambas apenas para o mercado nipônico. Ambas as séries começaram a sair para o mercado Norte-Americano apenas no Game Boy Advance.

Além delas, a Intelligent Systems desenvolveu vários outros jogos junto com a Nintendo, como Battle Clash (um dos poucos jogos do SNES a utilizar a Super Scope, o controle-bazuca), a série Paper Mario, além daquele conhecido pelos leitores desse blog como "o maior jogo de todos os tempos" (mesmo que muitos não achem isso).

8) Sobre os jogos - Assim como na edição anterior, a Intelligent Systems produziu uma boa variedade de jogos, todos eles para os consoles da Nintendo, sendo uma das pouquíssimas first-party a existirem atualmente. Vamos comentar alguns que eu conheci dessa empresa.



a) Super Metroid (SNES) - Por coincidência (ou não), o primeiro jogo que eu conheci dessa empresa (na verdade, desenvolvida por ela, e produzida pela R&D 1) foi o que eu considero o pináculo dos games, o melhor jogo de todos os tempos. Eu já falei demais sobre ele (e sempre falarei quanto houver a oportunidade), sendo assim, caso vocês queiram saber o que eu acho dele, basta clicar no link aqui.



b) Tetris Attack (SNES) - Até hoje, mesmo passados 14 anos desde o seu lançamento, mesmo tendo lançado inúmeras versões de Tetris antes e depois dele, mesmo ele sendo, na verdade, um port do jogo Panel de Pon, utilizando os personagens de Super Mario World 2: Yoshi Island, o malhor jogo baseado nos tetraminos de Alexey Pajitnov. E se você ainda não o conhece, não sabe o que está perdendo. Depois de jogá-lo, você não conseguirá parar, eu garanto!



c) Battle Clash (SNES) - O jogo que acompanhava a Super Scope, a "super bazuca da Nintendo" (podem falar, não deveria trabalhar no departamento de marketing da Nintendo? =D) era até legal, mas infelizmente (assim como o acessório, em parte pelo fato dele ser um enorme trambolho!!) ele não fez tanto sucesso. Mesmo assim, vale o registro histórico dele. E, caso você esteja curioso, é possível jogá-lo no emulador, utilizando o mouse (como nos FPS comuns do PC).



d) Super Famicom Wars (SNES) - Apesar dele não ter sido lançado no Ocidente, além de não haver nenhum patch de tradução até agora, eu, empolgado com os outros jogos da série que tinha jogado (e ainda jogo) até cansar, resolvi me arriscar, mesmo em japonês, indo apenas pelo meu instinto. E não é que consegui fazer algumas gracinhas? Claro que fiz muita merda no jogo, mas, em todo o caso, mesmo sem entender nada percebe-se uma jóia a ser lapidada aqui. Toda a base da série que ocnehcemos hoje encontra-se aqui. Bem que poderiam providenciar um patch de tradução para esse aqui...


Edit: Uma coisa que quase esqueci de comentar é a apresentação dele. È de rolar de rir. Vejam:


É ou não é de rolar de rir? =D

e) Advance Wars (GBA) - O primeiro da série a ser lançado no Ocidente é uma pérola quase que perdida do GBA (e que está sendo desbravada pelo Fara, no Retroplayers). Simples até nos seus primeiros passos, mas que exige uma dedicação do aspirante a general; uma dificuldade alta, mas bem balanceada; animações muito bem feitas, enfim, vendo esse jogo, muitos se perguntam (eu incluído): porquê essa série demorou tanto para aparecer no Ocidente?



f) Advance Wars 2: Black Hole Rising (GBA) - Para muitos, o ápice da franquia. As mesmas qualidades do jogo anterior, acrescidas de novidades muito bem-vindas (a inclusão da máquina de destruição em massa Mega Tank; a inclusão do modo multiplayer, refinamento no gameplay; editor de mapas), tudo isso com aquele clima de "Guerra com unidades de plástico" que a série possui. Um jogo quase que perfeito.



g) Fire Emblem (GBA) - O único que cheguei a jogar da série (que já está no seu décimo episódio; onze, se contarmos o remake do primeiro para o Nintendo DS), e desde já me encantei com a história com todos os clichês que se espera de uma época medieval (e isso é um elogio), personagens carismáticos, e um sistema de jogo razoávelmente complexo, desafiador, cruel (persoangem morto em batalha é realmente morto!!), mas, acima de tudo, que instiga o jogador a vencê-lo. Mal posso esperar para jogar os outros da série...

E, com isso, termino a segunda edição do Dossiê Gameretrô. Espero que todos vocês (2) leitores tenham gostado e aprendido um pouco mais sobre mais uma empresa desse maravilhoso mundo dos jogos eletrônicos. E, mais uma vez, prometo que chegarei ao post de número 50 ainda esse ano, mesmo com o ritmo de tartaruga com diarréia que os posts aparecem por aqui!!! =D

Até a próxima e bons games a todos!!!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

27) Os 10 momentos mais catárticos da minha vida gamística - Parte 2

Voltamos, e desta vez com menos de duas semanas de prazo! :D

No último post, vocês acompanhar a primeira parte dos meus 10 momentos mais catárticos, mais PQP, mais WTF, mais OMFG (quantas siglas...) da minha vida gamística. Tivemos desde as primeiras memórias desse que vos fala em relação aos videogames, passando por finais de jogos, e até mesmo o dia em que eu fui mais rápido e eficiente que uma revista especializada em games. Mas esses foram "apenas" alguns aperitivos. O prato principal será servido agora...

OBS.: Alguns comentários podem conter SPOILERS gigantes sobre s jogos (assim como os vídeos presentes). Portanto, se você ainda não jogou algum desses jogos, e não gosta que te contem o final dos jogos, não entre. Depois não diga que eu não avisei...

5) Axelay ( o jogo inteiro)

Pensaram que esse top só teria jogos de ação e de RPG??? Nada disso!!!!

Apesar de já ter jogado outros jogos do estilo (e falei sobre algus deles aqui e aqui), o primeiro que me realmente me pegou de jeito foi Axelay. Seja pelos gráficos fntásticos, pela mecânica de jogo bem feita, pelo scroling variável, pela trilha sonora maravilhosa ou mesmo pela dificuldade crescente, essa obra-prima da Konami com certeza figuraria entre os três melhores jogos do SNES (sim, superando Super Mario World!!!). E chegar ao final desse jogo fantástico foi um dos ápices da minha carreira gamística.

Ainda duvida?? Então veja os videozinhos aí embaixo e diga se o jogo não é foda!!!













4) Killer Instinct + Ultra 64 = OMFG!!!!!


Deixa eu contar uma coisa a vocês: eu até gosto de jogos de luta, mas são apenas dois que me fazem perder as estribeiras (e nenhum deles é Street Fighter ou mesmo Mortal Kombat): a série Soul Calibur, a.k.a. o jogo de luta mais tecnico feito pela Namco (chupa essa, Tekken!!!!! :D) e Killer Instinct. Entretanto, não conheci o referido jogo através do maravilhoso port feito para o SNES, mas através do próprio jogo original, de fliperama, feito com a saudosa placa Ultra 64 (a mesma de Cruisin USA)!!! E a minha sensação ao experimentar aquele jogo foi simplesmente indescritível!! Foi a partir daí que comecei a dar uma atenção maior aos jogos de luta.

Como sempre, dêem uma olhada nos vídeos abaixo para ver do que o bicho era capaz! Tudo bem que o cara que está jogando é muito ruim (ganharia fácil ele...:D), mas apreciem o visual e não a habilidade do jogador. :)










Aviso: Grandes Spoilers aparecerão a partir de agora!!!! Cuidado!!!!!!!!! Se você ainda não jogou os jogos citados abaixo (Meu Deus, em que mundo você vive????), e deseja saber dos acontecimentos por conta própria, não ultrapasse essa linha!!!!!!!!

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3) A Morte de Chrono

Caso vocês já tenham jogado lguns RPG's da era dos 8 e 16 bits, perceberam uma qualidade que até hoje é inexpugnável: Os persoangens principais desses jogos, salvo algumas exceções, conseguem ser carismáticos e transmitir todas as emoções necessárias sem ao menos falar uma palavra. E, desses personagens, o meu preferido era Chrono, o garoto que, junto com os seus amigos de várias eras viajam no tempo para derrotar Lavos e impedir a destruição do Mundo. Já falei em edições anteriores o quanto esse jogo é maravilhoso, sobre o Dream Team reunido para fazê-lo, e não nego para ninguém que fiquei mais feliz que pinto no lixo com o anuncio do remake para o Nintendo DS.

Diante disso, faço uma pergunta a vocês: "Qual seria a sua reação quando, jogando com aquele seu RPG preferido, acontecesse isso com o seu personagem que você tanto ama?






Esse foi um dos momentos em que eu chorei como uma criança. E depois ainda dizem que os videogames não podem emocionar, que não são uma forma de arte!!

2) A Morte de Aeris

O meu segundo personagem prefeiro em RPG's era a Aeris, de FF VII. Curiosamente, não ia muito com a cara do Cloud, achava ele indigno de ser um personagem principal, tanto é que ele não fazia parte do meu grupo principal (Barrte, Yuffie e Cid). Mas a Aeris, ah, a Aeris...Desde a sua primeira aparição aquela vendedora de flores me cativou. Na primeira vez que joguei FF VII, passei o primeiro cd inteiro com ela no grupo, desenvolvendo as suas habilidades, encontrando as melhores armas, desenvolvendo os seus Limit Breaks (até o Limit 4-1 eu consegui para ela), enfim, estava cuidando muito bem dela.

Até que, no final do primeiro cd, acontece isso...




Sério, poucas vezes (talvez apenas com o Kefka em FF VI) eu senti tanta raiva de um vilão dos games como nesse momento. Vocês imaginam um adolescente de 16 anos vociferando palavrões para a TV, com o dedo em riste, dizendo: "Tu vai morrer!!! Tu vai morrer!!!"!?? Pois é, essa foi a minha reação. Mais do que isso, foi a minha verdadeira motivação para chegar ao final do jogo: poder ter o prazer de chutar os bagos daquele magricela branquelo de meia-tigela!


E, sem mais delongas ( O Quê? Pensaram que iria ter suspense, recapitulação, coisas assim??Nada disso!!!), temos o momento mais catártico da minha história gamística:

1) Super Metroid (Final)





Vocês já devem estar cansados de ler sobre o quanto eu acho "Super Metroid" maravilhoso, do quanto Samus Aran é fodona (além de ser uma femme fatale de respeito), do quanto esse jogo mudou a minha vida, e yada yada yada...Mas, como estmaos falando dos melhores momentos da minha vida gamística, nada mais justo eu colocar o melhor final do melhor jogo existente como o primeiro lugar. Vejam o vídeo aí em cima e me digam se não é foda!!! Agra imaginam a minha reação quando eu terminei esse jogo?? Foi por essas coisas ( e outras já ditas) que "Super Metroid" estará para sempre como o número 1 em matéria de games para mim!!

Bom, pessoal, é isso. Provávelemente muits acharão essa lista um disparate, dirão que ficaram faltnado vários momentos, que "Super Metroid" é um jogo apenas mediano, entre outras coisas. Pois então, comentem sobre ela aqui em baixo. Melhor ainda, façam um top 10 nos mesmos moldes e publiquem aqui para a gente. Quem sabe você não lembre de algum momento que eu tenha me esquecido de citar...

Até a próxima e bons games a todos!!

sábado, 13 de setembro de 2008

26) Os 10 momentos mais catárticos da minha vida gamística - Parte 1

Depois de um pequeno recesso, eis que o bom filho a casa (re)torna.

Bom, a indústria dos games é relativamente nova, mas só a partir da década de 80 que ela começou a se estabeleceu no mercado. Sendo que só a partir de meados da década de 90 que ela começou a ser considerada um setor tão importante quanto, por exemplo, ao cinema. Isso em virtude, principalmente, aos  avanços tecnológicos aliados as mentes criativas dos designers de gamers, que fizeram essa indústria ser o que ela é atualmente. E, nessas duas décadas de jogatina, muitos momentos catárticos foram proporcionados por essas máquinas maravilhosas. Momentos em que você simplesmente fala: "UHU!!!! Consegui!!!! (juntamente com palavrões, gritos inteligíveis e outras onomatopéias difíceis de descrever", ou ainda momentos tão emocionantes que você só consegue dizer:"Ca..ra...lho...". Bom, esse post será especial, com a primeira parte dos meus 10 momentos de catarse da minha história gamística.

Bom, vamos a eles:

10) O início da minha vida gamística

Claro que nesse top 10 não poderia deixar de citar o meu início da vida gamística.  Meados da década de 80 (1987 ou 1988, não lembro tão bem do ano), eis que os meus pais me comprar um Super Charger (um dos "clones legalizados" da Nintendo que circulavam no Brasil na época), com o jogo Top Gun.  A alegria foi tão grande que fiquei esperando ansiosamente o meu irmão instalar o videogame só para jogar incessantemente durante anos (ouvindo reclamações do meus pais quando eles queriam assistir o telejornal ou a novela). 

Pena que não tenho esse momento gravado, mas, muito provávelmente, minha reação foi semelhante a essa:



9) Enfrentar Ruby Weapon em FFVII

Não podemos falar de momentos mais WTF da história gamística sem mencionar FFVII (e esse jogo ainda será mencionado mais  adiante). Um dos chefes mais casca-grossa em jogos de RPG's que já enfrentei. Claro que agora, com a internet mostrando 2376892690568903659 maneiras de se enfrentar o Ruby Weapopn, e 148070923406948795 combinações de matérias que trucidam qualquer adversário em 2 segundos, parece muito fácil. Mas naquela época, em que eu jogava FF num PSOne do meu amigo (e sem detonados), era simplesmente FODA!!!



Só para você ter uma idéia da dificuldade de se enfrentá-lo, a melhor tática para você derrotá-lo era começar com dois dos seus personagens princiapis MORTOS. Ou seja, somente o Cloud (e com o seu Limit Breaker 4.1 ativado) deveria estar vivo no início da batalha. De resto, veja s 19 minutos de vídeo aí em cima e tire as suas conclusões...

8) Samus Aran era uma MULHER!!!

Outro momento clássico dos games. Qualquer um atualmente com mais de ...2 semanas no mundo dos games sabe dessa história, mas quando joguei Super Metroid no meu SNES (sim, conheci a pirata interplanetária no seu terceiro jogo) eu não sabia. E qual não foi a supresa ao presenciar na minha primeira morte no jogo que por trás daquela armadura amarela tinha uma MULHER! Mesmo naquela época não era tão comum termos como personagens principais de games mulheres (ainda mais se retirarmos da lista os RPG's e os games de luta). E pensar que esse foi o início da minha paixão platônica por essa obra-prima do mundo dos games.




7) Momento "Eu sou mais foda que o pessoal da revista"!!

Esse momento é engraçado. Estamos no ano de 199X, e vou a locadora onde costumava alugar os games de SNES (bons tempos...). Eis que me deparo com o mais novo jogo baseado nos personagens de HQ, Marvel Super Heroes. Pois bem, me interessei por ele e resolvi levar para a tradicional jogatina de final de semana. Gostei bastante do jogo, tanto que acabei zerando-o já naquele final de semana. Entreguei a fita a locadora no dia marcado e retomei a rotina da semana (aguardando ansiosamente mais um Final de semana para mais jogatina...).

Pois bem, chega o final do mês e, como sempre, as revistas de games lannçam as suas publicações do mês. Dou uma olhada na Ação Games da época e eis que me deparo com a seguinte reportagem: Extra! Detonado de "Marvel Super Heroes"!!! Em primeira mão temos o primeiro detonado desse jogo que acabou de ser lançado por aqui!".

Fiquei simplesmente estático por alguns segundos, não acreditando no que estava acontecendo. Depois, num rompante súbito de extrema alegria, falei com um dos meus amigos que estava do meu lado: "Olha isso!! Eu virei o jogo antes deles!!!! Eu poderia ter feito esse detonado!!!". Eu joguei o jogo exatamente na semana do lançamento (talvez até antes mesmo do pessoal especializado da Ação Games) e nem tinha me dado conta na época.

6) Chegar ao final de FF VI

Sim, eu sou um FF fanboy, e não tenho vergonha de admitir isso. Joguei todos os FF até o IX em seus videogames de origem, joguei também boa parte dos seus spin-off's, especialmente os Tactics (as mais de 50 horas de FFTA 2 comprovam a minha adoração) , e estou adquirindo todos os remakes que forma produzidos para o GBA e o Nintendo DS (no momento tenho o V e do GBA, mas comprarei em breve o III e o IV do NDS e o VI e o Dawn of Souls do GBA - ebay rules!!! :D). E, dentre os FF, o meu preferido com certeza é o VI. Os primeiros cenários; o encontro entre Edgar, Terra e Locke; Kefka, o melhor vilão de toda a história dos RPG's; as quests paralelas de cada personagem; a inesquecível "Opera House - Darkness and Starlight". Porém, o momento que escolhi para ilustrar o meu amor por esse jogo é a batalha final contra Kefka, ilustrado pela inigualável "Dancing Mad", que ilustra perfeitamente a mentalidade insana do vilão...

Caso tenham alguma dúvida, vejam o vídeo abaixo e disfrutem. Clro que no vídeo abaixo o chefe arece ser bem mais fácil do que vocês imaginariam, mas pensem nessa mesma batalha há 13, 14 anos atrás, sem internet e muito menos revista de dicas. Apenas a sua perspicácia.



O curioso é que eu terminei esse jogo não na minha casa, mas na casa de um outro amigo meu (é, vários momentos catárticos foram na companhia de meus amigos gamers :D), e foi simplesmente indescritível a sensação de ter completado o jogo. Dois adolescentes pulando insandecidamente e gritando: "Caralho!!! Viramos!!! Que Foda!!!!". E os pais desse meu amigo sem entender nada do que estava acontecendo.

Bom, por hoje é só. Semana que vem eu publico a segunda parte desse especial, com os cinco maiores momentos catárticos da minha vida gamística. Muita coisa boa virá!! Aguardem!!!

Até a próxima e bons games a todos!!!

sábado, 8 de março de 2008

10) Princess Peach, Zelda, Joanna Dark, Lara Croft?? Que nada!! A mulher que é a maioral no mundo dos games se chama Samus Aran!!!

E mais uma semana se passou. Isso significa mais um post desse blog!!! :)

E hoje, como todos sabem, é o Dia Internacional da Mulher. Esse ser cheio de manias (como se nós homes não tivéssemos as nossas); que, em muitas ocasioes não conseguimos entender (especialmente em certos dias); que implicam com a gente quando vamos jogar ou assistir futebol com os amigos; mas que, pela sua beleza (adjetivo totalmente ligado a elas), sensibilidade, carisma, instinto maternal, pelos conselhos que sempre nos dão, além de milhares de outras qualidades que não daria para mencionar aqui, amamos e não conseguimos conviver sem elas. Em nome desse blogueiro de meia-tijela, dou os meus parabéns a todas as mulheres!!! Só por aturar esse ser peludo, bruto e mal-educado chamado homem, vocês merecem todas as felicitações do mundo!!!

Além disso, é claro, não poderíamos deixar essa data passar em brancas nuvens. Hoje, comentarei sobre um jogo que tem uma mulher como personagem principal. Um jogo que, por esse blogueiro, é considerado o MELHOR jogo do SNES e TODOS AS PLATAFORMAS DE GAMES (empatado com o Ocarina of Time, do N64). Sem mais delongas, apresento a vocês a personagem feminina que é a maioral no mundo do games. Com vocês, Samus Aran:

E, o jogo em questão, o único feito para SNES:


1) Nome do Jogo -
Super Metroid


2) Plataforma - SNES

3) Datas de Lançamento - Japão - 19 de Março de 1994
EUA - 18 de Abril de 1994
Europa - 28 de julho de 1994

4) Produtora - Nintendo

5) Distribuidora - Nintendo

6) Gênero - Aventura/Ação

7) História - Super Metroid parte exatamente do final do segundo jogo da série (Metroid II: Return of Samus, para Game Boy), onde a caçadora de recompensas Samus Aran finalmente conseguiu erradicar todos os Metroids e com Mother Brain. Entratanto, Samus é seguida por uma pequena larva Metroid que acredita que a caçadora é a sua mãe. Sendo assim, ela decide levá-la para os cientistas da Estação Espacial de Ceres, onde descobrem que os poderes contidos nessa larva podem trazer muitos benefícios para a humanidade.

Assim, Samus deixa a Estação Espacial e parte para novas missões, entretanto, ela intercepta uma transmissão, que informa um ataque a Estação Espacial de Cerespel opirata espacial Ridley, que queira roubar a larva para fins maéficos. Samus então chega a Estação mas é tarde demais, o pirata Ridley fugiu partindo para o planeta Zebes. Assim, Samus parte para Zebes a fim de arruinar mais uma vez com os planos do vilão (e salvar o universo mais uma vez)

8) Impressões Pessoais -

Perfeição - Adj. 1. Que reúne todas as qualidades concebíveis. 2. Que atingiu o mais alto grau numa escala de valores; incomparável, único, sem-par. 3. Que corresponde precisamente a um conceito ou padrão ideal. 4. Ótimo, excelente, irrepreensível.

Em muitos momentos da nossa vida, ao nos depararmos com uma situação qualquer (seja vendo um filme, ouvindo uma música, estando com uma garota/mulher, etc...), que nos proporciona um momento de pura satisfação e extase, nos respiramos fundo e falamos; "Esse momento é PERFEITO!!". Será mesmo? Bom, para nós, naquele momento, isso era verdade. Contudo, depois de um tempo, graças a uma característica na qual todos nós possuímos ( o chamado senso crítico), após uma reflexão, percebemos que aquele momento não chegou exatamente a perfeição. Bom, pelo menos não a perfeição descrita acima, retirada do Aurélio. por ocnta diso, taxar qualquer coisa de PERFEITO causa uma grande controvérsia, é mais de meio caminho andado para uma discussão. Bem, é como dizem: "Gosto não se discute." Será que não se discute mesmo???

Bom, diante disso, vou cutucar um pouco vocês. Super Metroid é o que chamaria de um jogo PERFEITO!! Pronto, falei!!! Já estou ouvindo até as reclamações de muitos que acessarão o blog um pouco de delírio não faz mal a ninguém...hehehe):

- P**ra!! O cara vai considerar um jogo de SNES, de mais de 10 anos atrás, perfeito???? Agora ele endiodou de vez!!!

Ou ainda:

- Ca**lho!!! O cara vive de passado mesmo!!! Um jogo em 2D perfeito!!??

Compreendo e respeito (apesar dos palavrões omitidos...) todas as opiniões contrárias que vierem. Afinal de contas, é como disse no início desse texto, "Gosto não se discute". Entretanto, não posso ficar estático e calado diante dessas opiniões sem ao menos defender o "objeto da discórdia", já que todo acusado tem o direito de ter uma defesa. Sendo assim, lá vai:

a) A Apresentação: Diferente da maioria dos jogos do SNES naquela época, temos uma apresentação simples, mas que já indicava todo o tom do jogo: um pequeno vídeo, tendo ao fundo imagens de uma larva Metroid que foi capturada, além da trilha sonora totalmente imersiva, o que já mostra a preocupação da Nintendo em manter o clima de suspense do jogo.

b) Os primeiros movimentos: Depois, ao iniciar o jogo, temos um dos momentos mais cinematográficos da história dos videogames. Temos Samus contando todos os eventos que sucederam o jogo anterior, intercalando com cenas desse relato, e tudo isso com a trilha sonora imersiva do jogo. Isso até o momento em que Samus diz que a Estação sofreu um ataque. Nesse momento a trilha sonora cessa e somos transportados para a base atacada, quando passamos a controlar Samus. Então, passeando pelos corredores vazios (onde podemos ver os corpos dos cientistas atirados no chão, provávelmente mortos), vemos, na última sala, a larva Metroid abandonada. Quando nos aproximamos dela, aparece Ridley, pronto para roubá-la. Após uma batalha perdida (ela dura até a sua energia ficar no nível mínimo), Ridley foge, levando a larva Metroid com ele. Nisso, chega a informação de que a Estação Espacial irá explodir em 1 minuto, e assim inicia-se uma fuga desesperada de Samus (controlada ainda pelo jogador) até o elevador principal. Ao chegar no elevador, temos a cena da nave de Samus escapando no exato momento da explosão da Estação. Samus então segue Ridley até o palneta Zebes, onde se inicia a aventura.

Me respondam uma coisa: é ou não é um momento cinematográfico, comparável aos melhores filmes sci-fi existentes? Nessa nova onda de Hollywood de adaptação de jogos, penso como seria do carvalho um filme baseado no Universo Metroid...Pensando bem, melhor parar de pensar nisso. Vai que o Uwe Boll lê esse post e resolve fazer mais um filme? hehehe....

c) O jogo em si: Todo esse clima sci-fi se mantem durante todo o jogo. Tecnicamente é um dos jogos mais bem executados de toda a história da Nintendo, e que ajudou a inserir o Universo Metroid na chamada "Tríade de Ouro" da Nintendo (As séries "Mario" e "Zelda" completam essa tríadde), tratada como jóias raras e de indiscutível qualidade, além de serem sinônimos de vendagens milhonárias... Os gráficos a princípio podem parecer simples, mas se adequam perfeitamente ao clima do jogo, contando com uma direção de arte fabulosa, para dizer o mínimo. Corredores sombrios, inimigos das mais variadas formas e tamanhos (desde diminutos até aqueles que cobrem toda a tela, corredores apertados, tudo isso contribui para que o jogador se sinta em um filme de sci-fi. No quesito gráfico, destaque para os chefes de fase, pla sua inventividade e variedade, além do fato de vários deles serem gigantes.

Outro ponto a se destacar é a parte sonora. A trilha sonora é simplesmente perfeita, dando o clima sombrio que o jogo precisa. Desde o tema clássico de abertura, passando pelo tema inicial do jogo (quando você entra na Estação Espacial), o tema de batalha dos chefes ( simplesmente o melhor tema já criado para esse momento do jogo), até o tema do chefe final (novamente Mother Brain), é de ficar no mínimo admirado ao perceber como a Nintendo é craque em fazer com que os jogadores se sintam totalmente inseridos no jogo, como se fossem o próprio personagem. Não é a toa que existia o "Nintnedo Seal of Quality", que atestava o "Método Nintendo de excelência na confecção de jogos". Bem que ela poderia voltar com esse selo...

Não podemos esquecer do mundo de Zebes. Que, aliás, era MUITO extenso. Tão extenso que o jogo se passava exclusivamente nele, com vários sub-estágios para percorrer. Aqui é um campo de discórdia: para muitos jogadores, isso é perfeito; para outros, isso tornava o jogo chato e cansativo. O motivo disso é que, em vários momentos, era necessário voltar para uma determinada sala, uam vez que algumas áreas só se tornavam acessíveis quando era coltado algum power-up para a personagem. Particularmente, acho isso ótimo, pois ajudava no clima sci-fi do jogo,além de dar uma marca ao jogo, que era a total exploração do cenário. Isso foi adotado em vários jogos que sucederam esse, sendo o mais famoso deles "Castelvania: Symphony of the Night", para PSOne.


A jogabilidade mantém o padrão de excelência dos jogos com o "Nintendo Seal os Quality". Os comandos são precisos e bastante intuitivos, contribuindo também para a imersão do jogador. E ainda temos a dificudade do jogo, dosado na medida certa, tanto em relação a exploração TOTAL do cenário (que, mesmo não sendo necessário para terminar o jogo, é muito mais prazeroso e gratificante), quanto aos chefes de fases (alguns realmente bastante complicados de se vencer).

d) A recepção: Como foi dito anteriormente, "Super Metroid" foi o jogo que garantiu em definitivo o lugar dessa série na "Tríade de Ouro" da Nintendo. Não é para menos: o jogo vendeu 1,5 milhões de unidades, o que é uma marca excelente para época. Mais do que isso: não se fala em Top de melhores jogos sem mencioná-lo. Qualquer top citado em quanquer ano desde 1994 cita "Super Metroid", normalmente nas primeiras posições. Para provar que não estou mentindo, veja o que é citado no wikipedia sobre as colocações nas mais vairadas revistas de games no mundo:
- EGM: 1º Lugar;
- IGN - 4º Lugar (na opinião dos leitores) / 3º Lugar (opinião dos editores - 2003);
- Super Play - 6º Lugar;
- Famitsu - 2º Lugar;
- Gamepro - Em uma recente reportagem, elegeu Super Metroid como "um dos 15 jogos retrô que você precisa joga no Wii (via Virtual Console);

Isso sem falar nas listas dos inúmeros blogs sobre games que temos na rede.

e) O Veredicto final: Por todas essas qualidades, recomendo a todos que conheçam (e joguem) a saga Metroid, em especial o jogo do SNES. Ao jogá-lo, presenciarão como se faz um jogo extremamente sombrio e com um enredo intrigante em 2D, sem precisar de gráficos tridimensionais para isso. Apesar de muitos conhecerem heroínas nos games apenas a partir da série "Tomb Raider", há 10 anos atrás uma caçadora de recompensas já assombrava os consoles da época, com uma saga envolvente, tendo o seu ápice nesse jogo lançado em 1994. Sendo assim, o posto de melhor personagem feminina de um game já tem uma campeã: Samus Aran!!!

9) Fotos do jogo -