domingo, 14 de fevereiro de 2010

46) Mais um novo bloco estreando: Guia dos Socos e Pontapés

E aí, pessoal? Estão aproveitando o Carnaval?

Em homenagem a essa festa popular, decidi dar um "presente" a vocês: uma nova coluna aqui no GAMERETRÔ!!!!

Mas sobre o quê será essa coluna? Resposta: detonados!!!

Acredito que alguns (ou melhor dizendo, a maioria), devem estar se indagando: Ah, mas isso não é novidade, o que mais vemos pela internet são detonados!! Acho que o dono do blog está perdendo o jeito!!

Ah, mas há um diferencial nisso tudo! É verdade que temos inúmeros sites dedicados a detonados de muitos jogos por aí. Mas a sua grande maioria são de RPG's, estratégias e, quando muito, jogos de ação (Super Metroid, Castlevania). Por conta disso, há dois gêneros que, provávelmente por conta de sua linearidade e de sua suposta facilidade (afinal, pela teoria, basta atirar/bater em tudo que se mexe), não são muito abordados em detonados: os beat'em ups e os shooters (no caso, os jogos de navinha). Mas, em muitos desses jogos, há um estudo minucioso do padrão de ataque dos seus inimigos para que você possa contra-atacar com perfeição e, assim, derrotá-lo, e muitos jogadores (especialmente os mais novos, já que esses dois gêneros meio que caíram no esquecimento, e eles possuem uma dinâmica muito diferente dos mais atuais) ainda tropeçam ao se arriscar em um desses jogos. Sendo assim, para os beat'em ups, resolvi criar o:


E o primeiro jogo dessa série não será um clássico dessa época. Quer dizer, também é um, mas não tão conhecido como Final Fight, Streets of Rage ou Golden Axe. De fato, pode-se dizer que esse jogo foi o embrião para que, dois anos mais tarde, a Capcom criasse a série Dungeons & Dragons, pois traz a mesma ambientação, ainda que de uma forma muito simplificada. E o mesmo jogo, lançado em 1991 para os Arcades (e é essa versão que ai ser detonada por aqui, simplesmente pelo fato de só conhecê-la recentemente), foi convertida três anos depois para o SNES (versão pela qual eu conheci esse jogo, quando era adolescente). E o nome desse jogo é:


Mas esse detonado não vai se basear apenas em palavras mal escritas por esse canalha aqui! Teremos também um gameplay, feito por esse mesmo canalha recentemente (mais precisamente, na madrugada de sábado para domingo), assim vocês podem obserar o quanto eu sou ruim jogando e dizer nos comentários que pode fazer muito melhor que isso!! Tá vendo como eu sou uma pessoa legal?? =D

Bom, deixemos de papo furado de lado e vamos ao detonado! Mas antes, vamos comentar um pouco sobre o jogo.

1) Nome do jogo - The King of Dragons

2) Plataforma - Arcade (1991) / SNES (1994)

3) Produtora - Capcom

4) Desenvolvedora - Capcom

5) Gênero - Beat'em Up

6) História - Em um reino da era medieval, inúmeros monstros, comandados pelo grande dragão Gildiss, causam terror e pânico. Por conta disso, cinco aventureiros (um elfo, um mago, um clérigo, um guerreiro e um anão) resolvem acabar de uma vez por todas com esse reinado do terror e, assim, devolver a paz àquele reino.

Os controles são bastante simples: um botão para ataque, outro para pulo, apertando os dois botões o personagem executa um ataque especial (que consome um pouco da energia). Para os personagens que carregam um escudo (no caso, o guerreiro, o clérigo e o anão), há a possibilidade de interceptar o ataque inimigo, colocando o direcional para trás no exato momento (na versão do SNES, é possível configurar a defesa para um botão específico).

Um fator que diferencia dos outros jogos do mesmo gênero lancados na época são os elementos de RPG contidos no jogo. Cada vez que um certo número de pontos (que é diferente para cada personagem) é atingido, o personagem passa de nível, com isso, a barra de energia aumenta, além de alcance e poder de seus ataques e a sua defesa. Além disso, a cada fase uma nova arma ou escudo encontra-se disponível para o jogador.

Cada um dos personagens possuem características diferentes de ataque e defesa. amos comentar rapidamente sobre eles:

- Mago (Wizard): Particularmente o meu preferido. Sua defesa é fraca (ele é um mago, já viu algum mago carregar escudo), seu pulo possui um alcance mediano e sua magias são fracas no início, mas extremamente fortes nos níveis mais altos. Sua agilidade é razoável (até pelo pouco peso que ele precisa carregar) e o alcance de sua magia é bem alto.

- Elfo (Elf): Acredito que esse seja o melhor jogador para os iniciantes, em virtude do seu ataque possuir o maior alcance de todos. Seu pulo é melhor do que o do mago e sua defesa é a pior de todas. Em compensação, é o personagem mais ágil de todos.

- Guerreiro (Fighter): a força bruta em pessoa. Seu ataque é o mais poderoso, e ele possui a segunda melhor defesa. Em compensação, o alcance do seu ataque é bem menor do que o do mago e do elfo, além de ser um personagem lento.

- Clérigo (Cleric): Se o seu lema é "o melhor ataque é a defesa", esse pode ser o personagem certo para você. Além de sua melhor defesa, ele é o que passa de nível mais rapidamente. Mas, como nem tudo são flores, o seu ataque não possui um bom alcance, e ele é o personagem mais lento de todos.

-Anão (Dwarf): Dos personagens que possuem escudo, ele é o mais rápido. Seu pulo possui um bom alcance, além de possuir o segundo ataque mais forte de todos. Em compensação, seu pequeno escudo não é tão poderoso, e o alcance dos seus golpes é extremamente curto.

Agora que eu já comentei um pouco sobre o jogo, amos ao que interessa:

Stage 1 - Sem nome (se alguém souber, diga aí nos comentários, beleza?)

Como todo jogo da época, a primeira fase sera para o jogador se acostumar com os controles, por isso, ela não apresenta maiores dificuldades. Aqui os primeiros inimigos aparecem: os orcs verdes (que apenas fazem figuração, basta um assopro dos seus personagens para eles irem dessa para melhor), os orcs azuis, e os lobos/chacais com bestas (cada vez que você interceptar um flecha deles, você ganha 800 pontos).

Chefe - Great Orc

Esse chefe é fichinha. Ele ataca com uma espécie de maça presa a uma extensa corrente em cada uma de suas mãos. Isso significa que, caso você se posicione exatamente á frente dele, você não levará nenhnum dano. Sendo assim, basta se posicionar exatamente onde eu falei e descer a porrada nele que rapidinho ele será história.

Gameplay:



Stage 2 - Treasure in an Old Castle

Como o próprio título da fase diz, estamos em um velho castelo fazendo o que todo aentureiro medieval faria, afinal de contas, de que vale toda essa habilidade de enfrentar os mais ariados monstros se não pode conseguir nenhuma grana com isso, hein? Essa fase também não chega a ter maiores dificuldades, os mesmos inimigos da fase anterior reaparecem (com excecão de UM orc vermelho, que precisa de mais ataques para perecer). Aqui começam a aparecer também baús com armadilhas congelantes, então tome cuidado quando for abrir um.

Chefe - Minotauro


Esse chefe já inspira um pouco mais de cuidado, especialmente se você estiver jogando com o mago (basta 2 ou 3 porradas para uma vida ser desperdiçada aqui). Sendo assim, o velho esquema de contra-ataque facilita e muito: espere ele atacar com o seu machado, desvie (andando para o lado) e, então, contra-ataque. Tome cuidado também com as suas investidas com o chifre, sempre que ele abaixar, não fique na frente dele.

Gameplay:




Stage 3 - Battle on a Mountain Peak

Agora que já estamos com o bolso cheio de grana, iremos percorrer toda a montanha a procura de mais inimigos. Aqui eles começam a aparecer em maior quantidade, então é bom acabar com eles o mais rápido possível, senão você virará patê de aventureiro na certa. Para isso, procure acertar os inimigos o mais próximo possível, assim seu ataque será maximizado.

Chefe - Wyvern


Muito cuidado com as suas investidas aéreas. Sempre que ele mostrar suas garras ou ainda sumir da tela, prepare-se para desviar, saindo do raio de alcance dele. Depois disso, ataque com toda a sua força. Repita esse procedimento até ele aterrisar (acontece duas vezes durante a batalha). A partir daí, ele atacará soltando bolas de fogo pela boca. Nesse momento, espere ele atacar (repare no pequeno brilho que aparecerá dentro de sua boca, esse é o momento) e desvie. Logo depois, ataque com tudo que puder. Caso você consiga se posicionar exatamente embaixo do Wyvern nesse momento, a batalha será bem mais fácil.


Gameplay:




Stage 4 - Cave of Hydra

Depois de subir toda a montanha, chegamos a caverna onde a Hydra está escondida. Os inimigos aqui também atacam em bando, por isso, derrote-os o mais rápido possível, mesmo que tenha que se arriscar a atacá-los bem próximo deles. Cuidado com o "baú endemoinado" (ele começa a se movimentar na sua direção quando você chega perto dele, caso ele te pegue, é bem chato se livrar dele), e com as "gosmas rastejantes" (espere elas pularem e aí, ataque-as sem dó).

Chefe - Hydra


Talez por sérias restrições orcamentárias, ou ainda para facilitar a vida do jogador, essa hydra possui apenas 3 cabeças (uma com ataques de fogo, outra com ataques de gelo, e a terceira com ataque baseados em veneno). Basta escolher uma delas e atacá-la sem parar até ela ser derrotada. Depois disso, concentre-se na segunda cabeça para, em seguida, acabar com a última restante. Cuidado com as investidas delas (sempre que uma delas desaparecer do campo de visão, saia da direção delas).

Gameplay:




Stage 5 - To the Norde Isle

Essa fase é extremamente curta e se passa dentro de um navio. Aqui apenas dois (novos) inimigos aparecem: as caveiras (são extremamente rápidas e atacam vorazmente, tome cuidado com elas) e uma espécie de lagartos do mar (basta esperar a investida deles, desviar e contra-atacar). Uma vez derrotado todos os inimigos, o jogador passa para a fase seguinte automaticamente.

Gameplay:




Stage 6 - The giant in the Shrine

Talvez para compensar a fase anterior, essa é bem longa, com três cenários totalmente diferentes: a terra firme, logo depois do personagem sair do barco, onde é interessante tomar cuidado com as harpias (espere elas ficarem na sua direção, e aí ataque-as; cuidado com as suas investidas); na parte térrea do santuário (onde voltamos a enfrentar o minotauro, ou talez um irmão dele, basta utilizar a mesma tática anterior); e já dentro do santuário, onde o número de inimigos é cada vez maior. Depois de vencer essas 3 etapas, chegamos ao chefe.

Chefe - Cyclops


Ele é extremamente forte, mas os seus padrões de ataque são facilmente descobertos. Caso esteja jogando com o mago ou o elfo, é até mais fácil ainda em virtude do alcance dos seus ataques. Quando ele atacar com socos, basta ficar a distância de mais ou menos um pulo dele, e atacar sem dó. O seu segundo ataque consiste em arrancar uma parte do cenário e jogá-la na sua direção. Aqui basta sair da direção dele, dando um passo para o lado. Quando ele rosnar na sua direção e ficar por alguns instantes imóvel, significa um ataque em investida bastante forte. Mais uma vez, desvie do ataque dando um passo para o lado. Ataque no intervalo disso tudo e mais um chefão de fase será derrotado.

Gameplay:




Stage 7 - Trent Woods

Saímos do santuário e entramos em uma floresta. Aqui todo o cuidado é pouco com inimigos que aparecem: mais caveirinhas chatas, mais orcs imundos, mais gosminhas rastejantes, mais lobos com bestas. Aqui aparece também outro inimigo que dará trabalho mais a frente: os homens-lagarto (eles também são ágeis, não fique muito próximo deles).

Chefe - Giant Spider


Na verdade deveria estar no plural, pois são várias aranhas gigantes. No início, aparece apenas uma, mas, quando metade da energia delas vai embora, aparecem duas delas. Sendo assim, não parta ensandecidamente para o ataque assim que a primeira aparecer, espere alguns instantes para não ser pego pela segunda, e, em seguida, ataque sem parar, sempre prestando atenção nas suas investidas. Ah, e tome cuidado com o veneno que elas lançam. Siga esse procedimento e teremos aranha cozida para o jantar!!

Gameplay:




Stage 8 - To the Castle

Seguindo a pista que a árvore falante nos forneceu, rumamos em direção a Northern Castle. No caminho, mais inimigos chatos para enfrentar (e em grande número). A partir dessa fase, começa a aparecer também a artilharia de arqueiros (eles aparecem, lançam uma flecha cada um em sua direção, e depois saem de cena). Derrotar cada um deles ou ainda interceptar a flecha no momento exato rendem alguns pontos.

Chefe - Dragon Rider


São dois ataques-padrão desse chefe: uma trilha de chamas gerada pelo dragão que ele está montando, e a inestida com a lança. Em ambos os ataques, o segredo é atacar pulando no momento certo, assim você será acertado poucas vezes. Caso esteja jogado com o mago, procure atacar o mais próximo possível dele. Acredite, vale o risco.

Gameplay:




Stage 9 - In the Castle

Chegamos ao Northern Castle, e logo temos uma supresa: nessa fase aparecem não apenas um, mas DOIS Dragon Riders, junto com aqueles inimigos chatos que já mencionamos. Basta usar a mesma tática descrita anteriormente, além de prestar atenção nos inimigos menores. O velho conselho de acabar com eles o mais rápido possíel também se aplica aqui. Tome cuidado também com os lobos com lanças: se você estvier distante deles, eles irão fazer uma investida em velocidade com a lança, jogando você para longe.

Chefe - Black Knight


Aiso: seja qualquer um dos personagens que você estier jogando, não tente encará-lo de igual para igual. Você perderá vergonhosamente. Aqui, o segredo é, por mais incrível que possa parecer, ficar no canto inferior esquerdo da tela, distribuindo ataques. Assim, você será atingido poucas vezes pelos ataques do Knight (especialmente um que ele vvem em alta velocidade, muito difícil de desviar) e pelos dragões que aparecem (um em cada canto da tela).

Gameplay:




Stage 10 - Underpass

Chegamos aqui a fase mais fantasmagória desse jogo!! Aqui quase todos os inimigos (como convém a um cenário mal-assombrado) são mortos-vivos. Pena que só tenhamos duas ariedades: as tão famigeradas e chatas caveirinhas; e as múmias, que tiram energia sua ao simples toque.

Chefe - Wraith


Mais uma vez, o nome do chefe deveria vir no plural, pois são SEIS espectros que ficam andando em círculos, e atacam com uma espécie de braço de um esqueleto. Procure sempre ficar dentro do circulo, assim será um pouco mais tranquilo de atacar. Não será muito fácil, já que eles se movimentam a todo instante, e procure acertar o braço de esqueleto que eles lançam para não ser atingido. Quando eles estiverem nas últimas, eles se movimentarão com uma velocidade absurda, portanto, cuidado!

Gameplay:




Stage 11 - Battle in the Front

Aqui estamos dentro de um castelo, onde há uma alta concentração de monstros. Em um moemnto dessa fase, aparecerão vários homens-lagartos, junto com vários arqueiros, tudo isso em um espaço diminuto. Aqui rapidez e agilidade é fundamental. Após uma série de inimigos, chegamos ao chefe de fase.

Chefe - Great Draconian


Tome cuidado com ele, apesar dele ser grande, é extremamente rápido e ágil. Mas é possíel derrotá-lo sofrendo pouquíssimo dano. Quando ele atacar normalmente com a espada (que também estica), basta ficar do seu lado direito (uma vez que ele carrega a espada no seu lado esquerdo), que você não será atingido. De tempos em tempos (especialmente caso você esteja distante) ele investirá com o seu escudo, tal qual o minotauro da segunda fase. Basta sair de sua direção para não ser atingido. Há ainda um ataque aéreo, onde ele pousa com a sua espada e "quica" no chão, parando em seguida. Espere ele completar esse movimento e ataque sem parar próximo dele. Seguindo esse procedimento, ele se transformará em pedra em um instante.

Gameplay:




Stage 12 - Castle Ganeros

Depois de salvarmos a princesa e não ganharmos nada em troca (o Mario pelo menos ganha um beijo da Peach), seguirmos até mais um Castelo infestado de inimigos. Logo de cara enfrentamos mais um Dragon Rider (sério, quantos Dragon Riders existem na família?? =D) e caveirinhas vitaminadas (ah, o velho esquema de apenas diferenciar os inimigos pela cor para mostrar que estão mais fortes...=D). Mais a frente, enfrentamos lobos/chacais com bestas vitaminadas (que lancam duas flechas por vez). Sorte nossa que essa fase é curta, e logo em seguida enfrentamos os chefes de fase.

Chefe - Royal Knights


E não é apenas a família Dragon Rider que é numerosa. Desta vez, enfrentaremos DOIS cavaleiros iguais ao Black Knight da nona fase. E aqui não funciona o macete de ficar no canto da tela!! O que resta para nós é concentrar os ataques em um deles, até derrotá-lo. Com isso, quando restar um será um pouco mais fácil. Procure ficar numa distância segura das suas investidas com a espada, e tente desviar o mais rápido possíel quando ele(s) atacar(em) em velocidade. É uma batalha dura, mas perfeitamente vencível (existe essa palavra???)

Gameplay:




Stage 13 - Dark Wizard

Outra fase sem muitas firulas. Parece até uam fase-bônus, mas não é. Inicialmente atraessamos uma espécie de ponte, com inúmeros mini-gárgulas (ou algo parecido) voando em nossa direção (lembram das cabeças de medusa na série Castleania? São parecidas!!), onde dá para acumular muitos pontos nesse trecho. Após uma série de homens-lagarto, enfrentamos o lacaio do Dark Wizard, que aparece e desaparece, tentando te surpreender. Basta ser mais rápido que o mago mequetrefe que o caminho para enfrentar o Dark Wizard estará aberto.

Chefe - Dark Wizard


Um chefe com o nome pomposo como esse, e que dá nome a fase parecer ser bastante casca-grossa, não é? E pode ter certeza que é!!!! O esquema é atacar enquanto ele estiver parado e, quando ele levantar o seu cajado, se afastar dele o mais rápido possível (ou você virará churrasquinho). O lance é ser paciente, assim que ele levantar o cajado, fique o mais longe possível. Quando a sua energia estiver baixa, ele atacará também com duas bolas de ferro em sua direção. Mais uma vez, afaste-se dele e desvie para o lado quando ele lançá-las em sua direção. Siga esse procedimento com paciência e o Dark Wizard será história.

Gameplay:




Stage 14 - A Cave in the Woods

E os homens-lagartos-do-mar-saltitantes voltaram! Logo no início da fase você reencontrará com eles (cinco, para ser mais exato). Basta esperar que eles saltem na sua direção para atacá-los em seguida. Mas o cenário é reinado pelos lobos com lanças. Basta desviar das suas investidas em velocidade para derrotar todos eles.

Chefe - Wyvern


E o temos aqui o irmão bem mais turbinado, bem mais rápido, e agora, com ataque de gelo, do chefe da terceira fase. Além de ser bem mais ágil, temso constantemente os lobinhos com lanças aparecendo para atrapalhar a nossa vida. O mesmo esquema com o seu irmão mais novo está valendo aqui, só tomando um maior cuidado com as suas investidas (ele é extremamente ágil) e o seu bafo de gelo, pois é uma pedida para ser espetado em seguida pelos lobinhos.

Gameplay:




Stage 15 - Underground Labyrinth

E temos aqui mais um cenário fantasmagórico com inimigos igualmente fantasmagóricos (no caso, as múmias - são cinco - e as caeirinhas itaminadas), além das gosmas rastejantes extremamente rápidas. As mesmas dicas para enfrentar esses inimigos ditas anteriormente são aplicáveis a esses mais vitaminados. Aqui temos a última arma do jogo.

Chefe - Cyclops


Mais uma vez temos os irmãos dos chefes de fase tentando recuperar a honra da família. Desta vez, temos os irmãos dos chefe da sexta fase. Eles possuem os mesmos padrões de ataque de seu irmão mais novo. A mesma dica dita para os inimigos duplos se aplica aqui: concentre os seus ataques primeiramente em um deles, para depois concentrar os seus esforços no restante. E o mesmo esquema para derrotar um deles, funciona para os dois, bata ter um maior cuidado com as suas investidas.

Gameplay:




Stage 16 - Golden Limestone Cave

E, por fim, chegamos finalmente a batalha final contra o Dragão Gildius. E, no meio do caminho, temos inúmeros baús para coletar pedras preciosas, sacos de dinheiro e outras benesses. Basta tomar cuidado com os baús endemoinados e iolá, chegamso ao Dragão Gildiss sem problemas.

Chefe - Red Dragon


Enfim a tão sonhada batalha final. Gildiss é tão grande que apenas uma de suas mãos e a sua cabeça aparecem em primeiro plano. E, como todo último chefe, ele é o mais apelão. Sua baforada tira simplesmente METADE da energia, e nem adianta tentar chegar perto dele que a sua mãozinha te pega e joga para o lado para deixar de ser malandro. Aqui a paciência é a sua grande amiga. Ataque-o quando ele movimentar a sua cabeça e, assim que ele arregalar os seus olhos, saia da frente dele o mais rápido possível, ou você virará churrasquinho. Em nenhum momento tente ser mais rápido que ele, ou ainda tenha aquele pensamento "Ah, acho que dá para dar mais um ataque". Assim que ele arregar os olhos, CORRA!!! E nem tente ficar atrás da sua cabeça, senão a mãozinha dele te jogará para longe. A cada dois tracos de energia perdidos por ele, ele muda de lado. Siga nesse ritmo, sem pressa, até derrotá-lo.

E assim chegamos ao final do jogo, onde emos o nosso herói no alto da torre de Gildiss, onde temos os letreiros explicando que a paz enfim oltou a reinar. Sim, nada de finais cinematográficos, dignos do mais renomado diretor de Hollywood. Afinal isso aqui é um jogo de beat'em up da década de 90, não um RPG cheio de personagens emo para ter um draminha final!!


Gameplay:





Bom, espero que vocês tenham gostado e que as minhas dicas tenham sido valiosas para todos que se aventurarem a jogá-lo. Procurarei trazer mais jogos do gênero para detonar e gravar o gameplay. Aliás, caso você queira sugerir algum jogo para eu detonar e aparecer no "Guia dos Socos e Pontapés" (antes que me espanquem, calma, também prepararei um semelhante para os shooters), basta sugerir aqui nos comentários que eu avaliarei, jogarei, e gravarei para todos se deliciarem e dizerem que eu sou n00b e que fariam bem melhor!! =D


Até a próxima e bons games a todos!!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

45) Revelações bombásticas no GAMERETRÔ - Pecados Gamísiticos

E vamos tocando esse barco (só não sabemos para onde)!!

Nesses dois anos de blog, comentei os mais variados games, desde RPG's, jogos de estratégia, plataforma, de luta, entre outros. Já fiz especiais abordando a época de ouro da Sega e da Nintendo, homenageando os Beat'em ups, os shooters, os jogos difíceis, os jogos que não chegaram ao Ocidente, e, mais recentemente, o Halloween e o Natal. E, devo dizer, estou plenamente satisfeito com o rumo que esse blog tomou nesses dois anos. Mesmo ele não sendo um campeão de visitas (MUUUUUUUUUUUUUITO longe disso), foi através dele que acabei conhecendo outros blogs, além dele ter sido uma das motivações para me aprofundar cada vez mais na história dos games. E isso inclui conhecer outros games da década de 80/90, uma vez que, mesmo naquela época (quando a indústria de games não era tão gigantesca como hoje), muitos games eram meio que deixados de lado, seja pelas impressões iniciais não serem tão convidativas, ou ainda simplesmente por só saber da existência dele anos depois. Ainda assim, mesmo com toda a velocidade de informação e facilidades de hoje, ainda restam muitos games a serem descobertos por mim. E é sobre eles que comentarei nesse post. Em primeira mão, revelarei, em primeira mão, os meus pecados gamísticos.


Sem mais delongas, vamos a lista...


A
VISO: Algumas revelações podem chocar aqueles de coração mais sensível, portanto, muito cuidado ao ler as próximas linhas, os resultados podem ser catastróficos. E, caso as próximas linhas causem uma vontade incessante e crescente de estrangular o dono desse blog com as próprias mãos, lembre-se de uma coisa: Todos nós temos os nossos pecados gamísticos!! XD

Pronto, aviso dado, vamos a lista:



1) Phantasy Star - E vamos começar com o que talvez sea a revelação mais bombástica de todos! Sim, eu não cheguei a jogar nenhum Phantasy Star!! Acho que agora serei severamente punido pelo grão-mestre dos games retrô, Orakio. Só espero que ele não me obrigue a jogar todos os jogos do Superman até o final, isso seria desumano...=D

Antes de mais nada, uma explicação: Apesar de não ser ista, sempre tive consoles da Nintendo. Primeiro foi um dos clones do NES (no caso, o Super Charger, cópia fiel do Famicom), depois um Super Nintendo, infelizmente passei batido pelo Nintendo 64 e o Gamecube, e, muitos anos depois, um Game Boy Advanced e um Nintendo DS. Só mais recentemente é que adquiri um console da SEGA, no caso, um Dreamcast (e digo que foi uma das minhas melhores aquisições). Sendo assim, apenas conhecia o jogo de nome. E, mesmo na era atual de emuladores, confesso que desbravei muito mais os games mais obscuros do 16-bits da Nintendo, deixando o Mega Drive e o Master meio que deixados de lado. Esse é um equívoco que estou aos poucos consertando, mas ainda assim, mantenho essa mancha enorme na minha formação gamística. Mas prometo que consertarei isso o mais rápido possível (Será que o Orakio me livra do castigo agora?? =D).


2) Games da Telenet - Muito por conta dos motivos descritos acima, também não lembro de ter jogado algum game da Telenet. Provávelmente eu estou enganado em relação a isso, mas é no mínimo curioso que não me venha nenhum game dessa empresa na minha mente. E o pior de tudo é que, ao ler as maravilhas que o Orakio e o Sabat descrevem sobre os games dessa empresa (Série Valis, ElViento, Gaiares, Earnest Evans, etc...), me sinto um imcompetente, um imprestável, um pária do mundo dos games, por não conhecer essas maravilhas. Mas prometo que jogarei todos eles antes que eu parta dessa para melhor...

3) Super Mario 64 - Bom, acredito que, nesse exato momento, vários velhinhos retrôs sofreram um enfarto depois dessa revelação. =D

Confesso que aí têm um pouco de birra minha. Para falar a verdade eu até cheguei a ter alguns minutos de contato com esse game, mas, por mais absurdo que possa parecer, não consegui me adaptar a jogabilidade 3D dele. Sei lá, depois de anos e anos debulhando todos os games do rechonchudo encanador italiano, sempre sendo em duas dimensões (ou perspectiva isométrica, no caso de "Super Mario RPG"), eu não consegui durar muito tempo quando parti para o sistema 3D. E, desde então, nunca mais retomei a me aventurar a jogá-lo.

Acho que, depois dessa revelação, o pouco de respeito que tinha no mundo retrô deixou de existir...=D


4) Série Dragon Quest - Para aqueles que são bem mais novos, houve uma época que Square-Enix não nasceu Square-Enix: antes, os dois nomes representavam, na verdade, duas rivais, cada uma com as suas armas. No caso da Square, Final Fantasy (que foi totalmente debulhada - pelo menos, até o IX - por esse que vos fala), E no caso da Enix, Dragon Quest, que, apesar de ser um fenômeno na terrinha de olhinhos puxados, nunca fez muito sucesso no Ocidente. Decerto que, naquela época, era muito mais fácil (eu diria ABSURDAMENTE mais fácil) encontrar a o multi-platinado da Square. Mas, mesmo com as facilidades atuais, ainda não me aventurei na saga da Enix. Provávelmente devo sanar esse pecado gamísitico ainda esse ano.

5) Série Star Wars (SNES) - Apesar de adorar a saga Star Wars, e de já ter atestado a qualidade da Lucas Arts em outras mídias (até mesmo em outros games), nunca cheguei a reviver a saga de Luke Skywalker naquela galáxia distante de muito tempo atrás. O pior é que, na época, a saudosa locadora na qual era sócio quase que VIP (uma vez que quase todo dia eu estava lá, além de ter consumido quase todo o dinheiro dado pelos meus pais nela..), os respectivos cartuchos da série estavam lá, convidativos, quase que suplicando para que eu os levasse. Mas era sempre outro jogo que me saltava aos olhos. E isso, de certa forma, ainda acontece nos dias de hoje, com toda a biblioteca do SNES (ou, pelo menos, uma boa parte dela) a disposição. Talvez eu ainda não esteja pronto para ser um cavaleiro Jedi.

Bom, ainda têm outros pecados gamísticos, mas acho que já está de bom tamanho! Até pelo fato de que, caso eu revelasse mais alguns, eu começaria a temer pela minha integridade física! =D Mas seria interessante que vocês (2) leitores também revelassem quais os seus pecados gamísticos. O Orakio já revelou que
nunca jogou Top Gear (E eu usarei isso caso eu seja convocado para uma audiência entre os grão-mestres da "Academia de Games Retrô", sob a acusação de "Blasfêmia e Difamação", pelo fato de ter lacunas tão gritantes na minha formação...=D)! E vocês? Possuem algum pecado gamístico que guardaram como um segredo a sete chaves até hoje? Descrevam sobre ele nos comentários, vamos dividir nossos esqueletos no armário juntos, tal qual Católicos em um confessionário. Garanto que vocês se sentirão bem melhor depois de retirar esse peso das costas!!=D


Até a próxima e bons games a todos!!


Edit: Diante do sucesso do tema entre a blogosfera gamer (com direito a um outro blog, o First Stage, com um post semelhante), resolvi transformá-lo em um meme. Sendo assim, conido os seguintes blogs a compartilhar com toda a blogosfera retrô os seus maiores pecados gamísticos:

- Dingoo BR;
- Retrofantasy;
- Retroplayers;
- Gagá Games;
- GLStoque;

Os blogs participantes podem repassar o meme para outros blogs, assim todos terão revelados os seus pecados, e todos ficarão felizes (e não serei o único a ser apredejado por aqui)! =D


Atualização: Bom, passado mais de um mês, eu não imaginava que esse meme faria tanto sucesso. E isso eu devo agradecer a todos os que abraçaram a idéia e participaram, mas especialmente para o cara do GLStoque, que deu um gás tremendo a esse meme. Olha só como o confessionário ficou cheio:


Ao mesmo tempo eu estou emocionado (por essa adesão tão grande) e assustado (temos muitos mais pecadores do que imaginávamos, somos todos uns farsantes...=D).

Mais uma vez, muito obrigado, de coração mesmo, a todos que aderiram ao meme e fizeram dele esse sucesso. Porra, até o lendário Orakio do Gaga Games participou!!! E para aqueles que ainda não participaram, ainda podem se juntar a esse bando de pecadores. Podem confessar, eu sei que vocês possuem alguns pecadinhos escondidos.=D

Ah, e aqueles que já confessaram os seus pecados (eu incluído), não deixem de participar da novena gamísitica que purificará de todos eles. Para saber maiorese detalhes, vá lá no blog GLStoque, a partir desse link aqui.

Até a próxima (de novo) e bons games ( de novo) a todos!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

44) Dois anos de blog. Quem diria?

Conversa informal entre o blogueiro responsável pelo "GAMERETRÔ" e os seus (2) seguidores:

Blogueiro: E mais um ano se passou.


Seguidor #1: Pois é.

Blogueiro: E vocês sabem o que isso significa
?

Seguidor #2: Não. O Que
?

Blogueiro: Significa que esse blog, no dia 1º de janeiro, fez mais um ano de vida!!!!!


Todos: Aêêêêêêêê!!!!!!!!! U-hu!!!!!!!!!!


Seguidor #1: Quer dizer que teremos festa de comemoração,reunindo todos os retroblogueiros....


Seguidor #2: Com direito a bolo e tudo mais
?

Blogueiro: É....Bem...Como eu direi....Não! Apenas um post especial...

Seguidor #1: Ah, que chato. Nem uma comemoraçãozinha, nem uma boca livre...

Blogueiro: Sabe como é. A situação não nada nada boa, têm várias contas a pagar...

Seguidor #2: É assim mesmo, cara. ewsses blogueiros retrô não tão com nada mesmo. Melhor eu seguir o Continue mesmo, ou o Hadouken.

Seguidor #1: Vamos embora daqui, cara. Esse blog está as moscas...

Blogueiro: Ei...Esperem aí...Por favor, não vão embora!!! Fiquem mais um pouco!!! Por favor!!!
VOLTEM!!! NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!!!!

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Confesso que, quando comecei essa brincadeira, lá no longínquo ano de 2008, não imaginaria que, depois de dois anos, continuaria mantendo esse blog. Não só isso: há dois anos atrás, essa era, por assim dizer, uma proposta nova. Existiam inúmeros blogs brasileiros de games naquela época, mas nenhum (pelo menos não encontrei na época, se algum blog retrô nasceu antes de 2008, manifeste-se) dissertava única e exclusivamente sobre os jogos do passado. Alguns tinham seções dedicadas a época em seus blogs, mas não era a mesma coisa. A tal "onda retrô", que, hoje em dia, invadiu todas as mídias gamísticas, não era tão intensa em 2008, era reduzida a apenas um nicho específico. Não sei se estava fazendo uma premonição ou algo do tipo, mas o que importa é que, passados dois anos, sinto cada vez mais a vontade de manter esse blog, mesmo que ele não seje tão notório na quantidade de posts (acho que o meu blog detém o título de pior média de posts...=D).


Sendo assim, termino esse modesto post desejando a toda comunidade retrogamer do Brasil um 2010 retrô, e que essa "onda retrô" dure cada vez mais. Porquê não podemos apenas exaltar o presente, sem nos esquecermos do passado. E aguardem: em breve trarei novidades para esse blog.


Até a próxima e bons games a todos!!!

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

43) É RetroNatal (Um pouco atrasado, mas o que vale é a intenção...=D)!!!!

E depois de dois meses, estamos de volta!!!

Aliás, parece até que essa pausa foi feita de propósito. O meu último post foi graças a um especial de Halloween organizado pelo Retrobits, e, agora, dois meses depois, organizo mais um post envolvendo uma data comemorativa, além de ser um meme entre vários blogs. Sim, pessoal, estou falando do...

Isso mesmo!! Teremos um post sobre o Natal aqui (ainda que um pouquinho atrasado, hehehe...)!!! Aliás, um dos motivos do atraso desse post (além de eu ter passado o Natal fora da minha casa, sem nenhum contato com a Internet) é o fato de não existirem muitos jogos nessa linha. O único que eu conhecia, foi citado. Duas vezes ( a segunda ano passado). Depois de muito tempo procurando na net, me lembrei de um conto clássico de natal bem famoso lá nos EUA, e que já tinha virado um (péssimo) filme.


Exatamente!! O conto escrito por Dr. Seuss (pseudônimo de Theodor Seuss Geisel, escritor e cartunista norte-americano) sobre uma criatura verde que se veste de Papai Noel para roubar todos os presentes da cidade por odiar a época. Com toda a certeza, ele tinha sido adaptado para os games.

Percebido isso, após mais uma busca (desta vez rápida) no "Pai eletrônico dos burros" (a.k.a. Vocês Sabem Quem...), descobri que não foram feitos apenas um, mas QUATRO jogos para plataformas diferentes (PC, Dreamcast, Playstation e Game Boy Color) em 2000 (justamente na época de estréia do filme, o que indica mais um caso de "jogo baseado em um filme que foi baseado em um conto/livro"). Além disso, sete anos depois, um novo jogo baseado no conto foi feito, desta vez para o Nintendo DS. Como o tempo era demasiadamente curto para analisar todos os cinco jogos, além do fato desse ser um blog retrô, comentarei sobre a versão feita para o Game Boy Color.


O jogo é bem bizarro: basta dizer que ele lembra Pac-Man, só que, no lugar das pílulas, você têm os presentes, e no lugar dos fantasmas, você têm as pessoas (não, o Grinch não come elas depois de um power-up...XD). Para cada estágio, você deve coletar um certo número de presentes em um determinado tempo. Há alguns itens extras que podem ser coletados, que podem deixar você mais rápido ou com um tempo extra para concluir a fase.


O curioso é que as fases, ao que parecem (só joguei até o estágio 2-4), são alternadas: nas fases pares jogamos com o Grinch em pessoa (ou melhor dizendo, em ser...XD) e nas fases pares jogamos com o cachorro dele. Enquanto que o Grinch pode usar bolas de neve como arma, o seu fiel amigo canino pode pular por cima de seus inimigos da mesma espécie. Uma outra habilidade que cada um dos personagens possui (e que é bastante útil em várias situações) é se abaixar, o que permite a passagem em locais de difícil acesso. O curioso é que o cachorro, mesmo tendo a habilidade de saltar obstáculos móveis (no caso, aqueles que o perseguem), não consegue saltar uma mísera mesa ou uma árvore de Natal caída no chão. Vai ver ele têm medo de seres inanimados, ou algo parecido... A jogabilidade até que é boa, exceto quando algum inimigo o vê: nesse momento, o seu personagem fica ensandecido (assim como o inimigo que o viu) e a velocidade sobe vertiginosamente (o que torna a escapatória, em alguns momentos, um tanto quanto complicada). Os gráficos são até que legais, bem feitos e a parte sonora é apenas OK (claro, dentro das limitações do Game Boy).


Enfim, dá para se distrair enquanto a ceia de Natal não fica pronta.

Com isso, fica aqui a minha participação (que contou muito mais o martírio para encontrar um jogo natalino do que as impressões sobre o mesmo, mas tá valendo...XD) nesse Retro Natal (atrasado, mas o que vale é a intenção. Hoje estou cheio de desculpas, ehhehehe...XD). E, quero aproveitar esse que será o último post do ano para desejar um Feliz Natal (ainda é dia 25, então tá valendo - eu juro que paro com as desculpas a partir de agora!! XD) para todos os (2) visitantes desse blog, além de um novo ano repleto de games para todos! Esse blog pode ficar um pouco ás moscas durante um tempo, mas não significa que ele morreu! Sempre que puder (o que por enquanto está significando uma média de um post por mês....XD) trarei um novo post metido a besta para esse blog.

Até 2010 e bons games a todos!!!

P.S.: Eis que, procurando fotos para ilustrar esse post, me deparo com mais um jogo com tema natalino inspirado em um péssimo filme natalino:


Quem sabe ele não se torna o jogo analisado para o Retro Natal de 2010? =D Ou então pode ficar como dica para algum outro blog mais atrasado do que eu? =D

Blogs participantes até o momento:


sábado, 31 de outubro de 2009

42) É Halloween pessoal...Quer dizer, é Retroween!!! =D

E chegamos a mais um post dese blog de meia tigela!!!

E temos mais um post especial em um dia especial!!! Para você que entrou em órbita e ainda não percebeu, hoje é Halloween!!!! Sim, aquele dia em que tudo que é aterrorizante, macabro, asqueroso, repugnante, sinistro, impróprio, maléfico, sem escrúpulos, maquiavélico, vilanesco e do mal é celebrado. E, desta vez, não só eu, mas vários outros blogs estão juntos nessa comemoração, criando o...


E, para me juntar aos parceiros do Gagá Games, Retrobits, Alucard Website, Shugames e vários outros nessa festa retro-macabra, também escolherei alguns joguinhos com o tema apropriado a esse dia. Procurarei fugir do óbvio (até porquê provávelmente eles já foram citados..XD), enumerando os jogos não tão conhecidos, ou mesmo não tão associados a essa data. Sem mais delongas, vamos a lista:

1) Darkstalkers - E vamos começar num tom bem calmo, mais farsesco até. Se o Orakio pode citar um shooter nessa data, porquê eu não posso citar um jogo de luta? =D Já falei sobre ele no Halloween passado, mas como ninguém ainda falou dele, ele está na lista. Sem falar que é um ótimo jogo com vários personagens comuns de filmes de terror!!!


2) Devil's Crush - E continuamos leve. Depois de um jogo de luta, um pinball!! Mas esse não é um jogo de pinball comum, aqui o negócio é jogar em mesas completamente demoníacas!!! E, sejamos francos, em qual jogo de pinball você teria que destruir inúmeros demônios apenas com a sua bola e a sua habilidade nas mesas. Sem falar que é um dos jogos mais divertidos do Mega Drive (lembro até hoje as partidas com o meus amigos onde quem perdesse bebia meio litro d'água. Imagina ter que se concentrar para jogar com litros e litros de água na sua bexiga! Bons tempos!=D).


3) Altered Beast - Outro jogo que já marcou presença no Hallowe..ops, Retroween do ano passado, e que merece ser citado (falta de originalidade é f*da!!! =D). Sem falar que "RISE FROM YOUR GRAVE" é uma das 10 frases mais citadas da história da humanidade!!

4) Demon's Crest - Não sei porquê esse joo não é muito citado quando se fala em Halloween, mas ele merecia ser mais lembrado. Criado pela Capcom como um spinoff de Gargoyle's Quest, é, na minha modesta opinião, um dos melhores jogos do SNES, com uma ambientação e uma trilha sonora muito apropriada para o dia de hoje.


5) The Immortal - Começamos a pegar mais pesado aqui!! Se você quer ver as mortes mais insanas e repugnantes, além de um jogo que vai fazer você perder todos os seus cabelos de tão difícil que ele é, então você procurou o jogo certo! Só tome cuidado para não acabar babando no final!


6) Nosferatu - E como já citaram o vampiro-mor dos games, vamos citar o vampiro-mor de todas as mídias, com o seu verdadeiro nome romeno!! O diferencial aqui em relação a série mais famosa é que não temos uma linhagem de caçadores de vampiros altamente treinados e armados até os dentes, mas sim um simples rapaz que teve a namorada raptada pelo dentuço e têm que enfrentá-lo (e todos os seus asseclas) com os punhos!!! Isso mesmo, apenas com as mãos e com os pés!! Chuck Norris ficaria orgulhoso desse cara!! =D


7) Dracula Kid - E já que estamos falando do dentuço, vamso fechar com mais um jogo simpático. Também chamado de Castelvania Jr. (o que não é até mais apropriado, vendo o nome em japonês: Akumajou Special - Boku Dracula-kun), é um jogo divertidíssimo e serve para alcamar os ânimos, depois dos sustos causados pelos dois jogos anteriores.

E com o Drácula Kid, vamos fechando o post de hoje. Espero que todos os (2) leitores desse blog tenham gostado das sugestões e que se divirtam nesse dia macabro (apesar de eu estar postando já na madrugada de domingo). E espero que aproveitem todas as sugestões dos blogs que estão participando do Retroween.


Até a próxima e bons games a todos!!


Blogs que já estão participando do Retroween

* Retrobits
* Gagá Games (Post do Caduco)
* Gagá Games (Post do Gagá)
* Alucard Website
* Retro Fantasy
* Shugames
* Ziro Video Game Nerd
* Game Retrô
* Cemetery Games
* Retroplayers
* GLStoque


sábado, 3 de outubro de 2009

41) Dissecando as personalidades do mundo dos games: Dossiê GameRetrô!!!

Chegamos em Outubro. Isso significa mais um post nesse blog metido a besta!!!

Mas desta vez, temos um post especial! na verdade, a estréia de uma nova coluna (ou, pelo menos, a tentativa de uma estréia, heheh...). Como todos já devem saber a essa altura do campeonato, esse blog foi criado com o objetivo de contar um pouco da história desse nosso hobby que tanto adoramos. E esa história foi (e continua sendo) construída por inúmeros personagens-chave. E essa nova coluna falará deles. Com vocês, a mais nova coluna desse blog:


E iremos começar com uma empresa, alías, a minha preferida, que, apesar de não ser tão antiga e de não ter uma produção tão grande, seus jogos são inconfundíveis e possuem um padrão de qualidade altíssimo. São poucas desenvolvedoras de games que conseguem manter um padrão tão alto. Sim, estamos falando da....



1) Nome - Treasure Co. Ltd.

2) Nacionalidade - Japonesa

3) Data de fundação - 19 de junho de 1992

4) Presidente - Masato Maegawa

5) Nº de empregados - 20/30

6) Website - www.treasure-inc.co.jp

7) Sobre a empresa - No mundo de hoje, com a indústria dos games movimentando bilhões e bilhões de dólares, com os jogos eletrônicos cada vez mais aparecendo na vanguarda do entreterimento, sendo que alguns deles demoram anos e anos para serem produzidos, com empresas e desenvolvedoras do ramos cada vez mais gigantes, é bastante difícil uma pequena empresa se destacar no mercado. Mais difícil ainda é uma pequena empresa criar obras-primas atrás de obras-primas, mantendo-se no ramo durante 17 anos, e seguindo a mesma filosofia de liberdade artística durante todo esse tempo. Esse parágrafo mal escrito resume a história da Treasure.



Criada por ex-funcionários da Konami, a Treasure destaca-se pelo seu tamanho diminuto, o que lhe traz várias vantagens na hora de desenvolver o seu produto. Seu jogos são facilmente reconhecidos nos primeiros segundos, com um padrão de qualidade altíssimo, fato que os dissidentes da Konami mostravam desde o início (a saber, na Konami, esses caras fizeram nada mais que "Contra III - The Alien Wars", "The Simpsons - Arcade" e "Axelay"! É ou não é um trio de respeito??). A maioria de seus produtos possuem uma ação frenética, sem pausas, com chefes gigantescos (especialmente nos seus primeiros jogos). Isso era conseguido (especialmente no início da empresa), da seguinte forma: cada parte dos chefes de fase era desenhado e programado separadaemente, mas animado para interagir em conjunto com todas as outras partes, como um organismo único, criando assim o aspecto de um persongem apenas.

Outra característica marcante dos seus jogos são as inovações na jogabilidade (como a possibilidade de combinar as armas em "Gunstar Heroes"), no design de fases (os giros da tela em certas fases de "Gunstar Super Heroes") ou mesmo no enredo (o maior exemplo disso é "Astro Boy - The Ômega Factor). Por não ser uma das gigantes, normalmente seus jogos são feitos em conjunto com outras produtoras, como a SEGA, a própria Konami, e a Nintendo.


Além disso, apesar dela ter um "presidente", ela não têm uma hierarquia bem definida. Não há um diretor definido para cada projeto da empresa: todos eles são programadores, artistas gráficos, ou compositores; sendo que eles trabalham como "diretores" em um projeto, e exercem suas funções normalmente em outros projetos. Ou seja: a liderança exercida em cada projeto não é por imposição, já que não há alguém designado a essa função desde o princípio; ela acaba surgindo naturalmente, com o andamento de cada projeto. Isso mantém uma certa "igualdade" entre os membros da equipe, o que poucas empresas podem se orgulhar de ter.


Entre os membros da equipe temos: Hiroshi Iuchi, uma das principais forças criativas da empresa, responsável por obras- primas dos shooters como Radiant Silvergun, Gradius V e Ikaruga; Masato Maegawa, presidente, programador e produtor executivo de jogos como Mischief Makers; Norio Hanzawa, principal compositor da empresa; Hydeyuki Suganami, normalmente creditado como NAMI, produtor executivo de "Sin and Punishment", "Alien Soldier" e "Gunstar Super Heroes"; e Tetsuhiko Kikuchi, o principal character designer da empresa.


8) Sobre os jogos -
Esse espaço oi reservado para comentários rápidos sobre alguns jogos da empresa, além de outros jogos feitos. Só serão comentados aqueles que eu joguei, afinal de contas, não faria muito sentido eu comentar jogos que eu nem mesmo sabia da existência deles. XD


Bom, feito o aviso, vamos a eles:




a) The Simpsons (Arcade) - Esse jogo, criado ainda na Konami, é um dos melhores beat-em-up's feitos na era dos videogames. Produzido nos primeiros anos da famosa série, é também um dos maiores comedores de fichas da sua época. Os personagens do game tinham as vozes de seus dubladores originais do desenho. Bons tempos que eu regularmente perdia algumas URV's (sim, ainda não tinha sido feita a transição para o Real) com esse game.

b) Contra III - The Alien Wars (SNES) - Mais um jogo da época da Konami. Já escrevi um parágrafo a respeito desse game aqui, então escrevo essas linhas só para falar o seguinte. Contra é Contra (especialmente em 2D), e esse é o melhor de todos eles. Provávlemente um dos maiores trabalhos dos designers da Treasure na época em que trabalhavam para a Konami. Se você não conhece ese jogo, o que está esperando para jogá-lo, seu infiel????


c) Axelay (SNES) - Outro jogo antes da fundação da Treasure, esse é um dos meus preferidos do SNES ( só perde para Final Fantasy VI, Chrono Trigger e Super Metroid. Sim, ficaria na frente de Super Mario World!!). com impressionantes (até hoje) efeitos envolvendo Mode 7 e PArallax. Já falei maravilhas desse jogo antes, então vou encerrar esse parágrafo aqui.


d) Gunstar Heroes (Mega Drive) - Outro jogo que já foi comentado aqui. Mas vale lembrar que essa maravilha foi o primeiro jogo da Treasure. Poucas empresas tiveram um cartão de visitas tão poderoso como esse.


e) Alien Soldier (Mega Drive) - Outro shooter vertical da empresa, produzido para o Mega Drive em 1995. Possui todas as características básicas dos jogos da empresa, além de um trabalho gráfico e de design fabuloso. O único pequeno porém é que é um jogo extremamente difícil (provávelemente o mais difícil feito pela empresa). Sério, se você conseguiu chegar ao final dele, tê dou os meus mais sinceros parabéns!!


f) Guardian Heroes (Sega Saturn) - Meio que uma "continuação espiritual" de Gunstar Heroes, mas ambientado em uma época mais medieval, é um beat-em-up com alguns elementos de RPG, e provávelmente o jogo que mais caracteriza a empresa. Um dos melhores jogos para Sega Saturn.


g) Radiant Silvergun (Arcade/Sega Saturn) - Muitos colocam esse jogo como "o melhor shooter vertical de todos os tempos". Para mim é o segundo, mas isso não desmerece a obra-prima que ele é. Lançado primeiro para Arcades, recebeu um certo tempo depois um port para Sega Saturn. Na época, foi lançado apenas no Japão, e uma cópia original do jogo é bem raro.


h) Ikaruga (Arcade/Dreamcast) - Esse é o melhor shooter vertical de todos os tempos. Apesar de ser uma "continuação não-creditada" de Radiant Silvergun (na introdução do jogo aparece os dizeres "Project RS2", que normalmente é interpretado como "Projeto Radiant Silvergun 2), vai totalmente na direção contrária, oferecendo um sistema de jogo ao mesmo tempo simples e genial. Também já foi comentado a exaustão por aqui (sim, eu sou fã declarado da Treasure e não nego!!!)


i) Bangai-O (N64/Dreamcast) - Um dos jogos mais malucos (e, por isso mesmo, geniais) e difíceis feitos pela empresa. Outro jogo com um desing simples até certo ponto (temos um robô passando por vários labirintos fechados onde milhares de tiros são executados), mas que mostra uma jogabilidade tremendamente prazerosa.

j) Gunstar Super Heroes (GBA) - Essa é a verdadeira continuação do título de estréia da empresa. Aqui os efeitos de rotação e zoom são ainda maiores, e todo o resto mantém o padrão de qualidade da empresa. Uma continuação á altura do original.

k) Astro Boy: Ômega Factor (GBA) - Outro jogo que já babei demais aqui nese blog. Sendo assim, só irei colocar uma frase: Esse jogo é a prova de que jogos licenciados não precisam ser, necessáriamente, uma porcaria. Pelo menos quando a Treasure assume a produção (Droga! Falei duas frases! Mas quem se importa com isso??XD)

Bom, com isso finalizamos o primeiro post do Dossiê Gameretrô! Além dos posts tradicionais, vou procurar trazer um pouco mais da história dos games, abordando a história de uma empresa, ou de uma franquia , ou ainda de um personagem do mundo dos games. Procurarei fugir dos mais óbvios (Square, Mario, Sonic, Link, Final Fantasy, etc..), assim essa série pode ficar um pouco mais interessante. Espero que vocês (3) leitores tenham gostado.


Até a próxima e bons games a todos!!