É claro que uma marca como essa não é muito comemorada em outros blogs (afinal de contas, o meu número de posts anuais equivale ao número mensal de outros). Mas se contarmos o tamanho dos posts, acho que compensa a demora deles e, no final das contas, o número de palavras proferidas por esse que vos fala acaba ficando na média de todos os outros.... =D
Mas vamos deixar esse papo de quinquagésimo post para o quinquagésimo post. Sendo assim, vamos para o nosso 49º, que será sobre mais um...
Entretanto, ele ainda não está feito. Esse é só um anúncio. Ou, melhor ainda, um desafio que eu tentarei cumprí-lo. Um desafio que, acredito eu, muitos pereceram no meio do caminho, pela dificuldade do jogo (aliás, de toda a série). Adiciona a isso o fato de que já faz muito tempo que eu não coloco as mãos nesse jogo. Adiciona também o fato de me colocar apenas uma semana para tentar de todas as formas chegar ao final dele. E, para terminar, adiciona o fato de que postarei o melhor gameplay do dia, durante esses 7 dias, com breves comentários a respeito.
Sim, eu sei, é uma loucura!!! Mas alguém têm que tentar movimentar esse blog, senão fica uma pasmaceira danada... =D
Aposto que todos estão se perguntando (na verdade é força de expressão, eu sei que devo ter apenas uns 2 leitores...): Seu maluco de carteirinha, mas que jogo é esse? Não direi, apenas mostrarei uma foto.
Entenderam agora o quão louco é essa empreitada?
Para não soar como uma pequena trapaça para alcançar o tão sonhado 50º post (sim, eu prometi que não iria falar mais disso, mas eu sei que vocês estão pensando isso... =D), postarei os vídeos e os comentários nesse mesmo post. E aí, acham que vou conseguir cumprir o objetivo? Ou então que desistirei já no primeiro dia? A resposta teremos daqui a uma semana, então...
Façam suas apostas senhores!!! E torçam por mim, é claro!! =D
Até a próxima e bons games a todos!!!
Edit: É, como vocês acabaram de perceber, acabei quebrando essa promessa. É que esses últimos dias foram tão corridos (de um modo que nunca poderia imaginar), que acabei não jogando tanto quanto eu deveria. Mas eu vou cumprir o desafio de terminar o jogo, mesmo que para isso eu leve todo o tempo que me resta. E esse "Guia dos Socos e Pontapés" sairá de qualquer maneira!!!
Ah, e para aqueles que tentaram adivinhar qual era o jogo (na verdade foi apenas uma pessoa, mas vamos fingir que temos vários comentários por lá...=D), vocês acertaram! O jogo em questão é "Contra III - The Alien Wars" ( ou "Contra Spirits", se nos referirmos a versão japonesa), do SNES. Aposto que agora vocês não estão com tanta raiva assim por eu não ter cumprido o desafio... =D
Em homenagem a essa festa popular, decidi dar um "presente" a vocês: uma nova coluna aqui no GAMERETRÔ!!!!
Mas sobre o quê será essa coluna? Resposta: detonados!!!
Acredito que alguns (ou melhor dizendo, a maioria), devem estar se indagando: Ah, mas isso não é novidade, o que mais vemos pela internet são detonados!! Acho que o dono do blog está perdendo o jeito!!
Ah, mas há um diferencial nisso tudo! É verdade que temos inúmeros sites dedicados a detonados de muitos jogos por aí. Mas a sua grande maioria são de RPG's, estratégias e, quando muito, jogos de ação (Super Metroid, Castlevania). Por conta disso, há dois gêneros que, provávelmente por conta de sua linearidade e de sua suposta facilidade (afinal, pela teoria, basta atirar/bater em tudo que se mexe), não são muito abordados em detonados: os beat'em ups e os shooters (no caso, os jogos de navinha). Mas, em muitos desses jogos, há um estudo minucioso do padrão de ataque dos seus inimigos para que você possa contra-atacar com perfeição e, assim, derrotá-lo, e muitos jogadores (especialmente os mais novos, já que esses dois gêneros meio que caíram no esquecimento, e eles possuem uma dinâmica muito diferente dos mais atuais) ainda tropeçam ao se arriscar em um desses jogos. Sendo assim, para os beat'em ups, resolvi criar o:
E o primeiro jogo dessa série não será um clássico dessa época. Quer dizer, também é um, mas não tão conhecido como Final Fight, Streets of Rage ou Golden Axe. De fato, pode-se dizer que esse jogo foi o embrião para que, dois anos mais tarde, a Capcom criasse a série Dungeons & Dragons, pois traz a mesma ambientação, ainda que de uma forma muito simplificada. E o mesmo jogo, lançado em 1991 para os Arcades (e é essa versão que ai ser detonada por aqui, simplesmente pelo fato de só conhecê-la recentemente), foi convertida três anos depois para o SNES (versão pela qual eu conheci esse jogo, quando era adolescente). E o nome desse jogo é:
Mas esse detonado não vai se basear apenas em palavras mal escritas por esse canalha aqui! Teremos também um gameplay, feito por esse mesmo canalha recentemente (mais precisamente, na madrugada de sábado para domingo), assim vocês podem obserar o quanto eu sou ruim jogando e dizer nos comentários que pode fazer muito melhor que isso!! Tá vendo como eu sou uma pessoa legal?? =D
Bom, deixemos de papo furado de lado e vamos ao detonado! Mas antes, vamos comentar um pouco sobre o jogo.
1) Nome do jogo - The King of Dragons
2) Plataforma - Arcade (1991) / SNES (1994)
3) Produtora - Capcom
4) Desenvolvedora - Capcom
5) Gênero - Beat'em Up
6) História - Em um reino da era medieval, inúmeros monstros, comandados pelo grande dragão Gildiss, causam terror e pânico. Por conta disso, cinco aventureiros (um elfo, um mago, um clérigo, um guerreiro e um anão) resolvem acabar de uma vez por todas com esse reinado do terror e, assim, devolver a paz àquele reino.
Os controles são bastante simples: um botão para ataque, outro para pulo, apertando os dois botões o personagem executa um ataque especial (que consome um pouco da energia). Para os personagens que carregam um escudo (no caso, o guerreiro, o clérigo e o anão), há a possibilidade de interceptar o ataque inimigo, colocando o direcional para trás no exato momento (na versão do SNES, é possível configurar a defesa para um botão específico).
Um fator que diferencia dos outros jogos do mesmo gênero lancados na época são os elementos de RPG contidos no jogo. Cada vez que um certo número de pontos (que é diferente para cada personagem) é atingido, o personagem passa de nível, com isso, a barra de energia aumenta, além de alcance e poder de seus ataques e a sua defesa. Além disso, a cada fase uma nova arma ou escudo encontra-se disponível para o jogador.
Cada um dos personagens possuem características diferentes de ataque e defesa. amos comentar rapidamente sobre eles:
- Mago (Wizard): Particularmente o meu preferido. Sua defesa é fraca (ele é um mago, já viu algum mago carregar escudo), seu pulo possui um alcance mediano e sua magias são fracas no início, mas extremamente fortes nos níveis mais altos. Sua agilidade é razoável (até pelo pouco peso que ele precisa carregar) e o alcance de sua magia é bem alto.
- Elfo (Elf): Acredito que esse seja o melhor jogador para os iniciantes, em virtude do seu ataque possuir o maior alcance de todos. Seu pulo é melhor do que o do mago e sua defesa é a pior de todas. Em compensação, é o personagem mais ágil de todos.
- Guerreiro (Fighter): a força bruta em pessoa. Seu ataque é o mais poderoso, e ele possui a segunda melhor defesa. Em compensação, o alcance do seu ataque é bem menor do que o do mago e do elfo, além de ser um personagem lento.
- Clérigo (Cleric): Se o seu lema é "o melhor ataque é a defesa", esse pode ser o personagem certo para você. Além de sua melhor defesa, ele é o que passa de nível mais rapidamente. Mas, como nem tudo são flores, o seu ataque não possui um bom alcance, e ele é o personagem mais lento de todos.
-Anão (Dwarf): Dos personagens que possuem escudo, ele é o mais rápido. Seu pulo possui um bom alcance, além de possuir o segundo ataque mais forte de todos. Em compensação, seu pequeno escudo não é tão poderoso, e o alcance dos seus golpes é extremamente curto.
Agora que eu já comentei um pouco sobre o jogo, amos ao que interessa:
Stage 1 - Sem nome (se alguém souber, diga aí nos comentários, beleza?)
Como todo jogo da época, a primeira fase sera para o jogador se acostumar com os controles, por isso, ela não apresenta maiores dificuldades. Aqui os primeiros inimigos aparecem: os orcs verdes (que apenas fazem figuração, basta um assopro dos seus personagens para eles irem dessa para melhor), os orcs azuis, e os lobos/chacais com bestas (cada vez que você interceptar um flecha deles, você ganha 800 pontos).
Chefe - Great Orc
Esse chefe é fichinha. Ele ataca com uma espécie de maça presa a uma extensa corrente em cada uma de suas mãos. Isso significa que, caso você se posicione exatamente á frente dele, você não levará nenhnum dano. Sendo assim, basta se posicionar exatamente onde eu falei e descer a porrada nele que rapidinho ele será história.
Gameplay:
Stage 2 - Treasure in an Old Castle
Como o próprio título da fase diz, estamos em um velho castelo fazendo o que todo aentureiro medieval faria, afinal de contas, de que vale toda essa habilidade de enfrentar os mais ariados monstros se não pode conseguir nenhuma grana com isso, hein? Essa fase também não chega a ter maiores dificuldades, os mesmos inimigos da fase anterior reaparecem (com excecão de UM orc vermelho, que precisa de mais ataques para perecer). Aqui começam a aparecer também baús com armadilhas congelantes, então tome cuidado quando for abrir um. Chefe - Minotauro
Esse chefe já inspira um pouco mais de cuidado, especialmente se você estiver jogando com o mago (basta 2 ou 3 porradas para uma vida ser desperdiçada aqui). Sendo assim, o velho esquema de contra-ataque facilita e muito: espere ele atacar com o seu machado, desvie (andando para o lado) e, então, contra-ataque. Tome cuidado também com as suas investidas com o chifre, sempre que ele abaixar, não fique na frente dele. Gameplay:
Stage 3 - Battle on a Mountain Peak
Agora que já estamos com o bolso cheio de grana, iremos percorrer toda a montanha a procura de mais inimigos. Aqui eles começam a aparecer em maior quantidade, então é bom acabar com eles o mais rápido possível, senão você virará patê de aventureiro na certa. Para isso, procure acertar os inimigos o mais próximo possível, assim seu ataque será maximizado. Chefe - Wyvern
Muito cuidado com as suas investidas aéreas. Sempre que ele mostrar suas garras ou ainda sumir da tela, prepare-se para desviar, saindo do raio de alcance dele. Depois disso, ataque com toda a sua força. Repita esse procedimento até ele aterrisar (acontece duas vezes durante a batalha). A partir daí, ele atacará soltando bolas de fogo pela boca. Nesse momento, espere ele atacar (repare no pequeno brilho que aparecerá dentro de sua boca, esse é o momento) e desvie. Logo depois, ataque com tudo que puder. Caso você consiga se posicionar exatamente embaixo do Wyvern nesse momento, a batalha será bem mais fácil.
Gameplay:
Stage 4 - Cave of Hydra
Depois de subir toda a montanha, chegamos a caverna onde a Hydra está escondida. Os inimigos aqui também atacam em bando, por isso, derrote-os o mais rápido possível, mesmo que tenha que se arriscar a atacá-los bem próximo deles. Cuidado com o "baú endemoinado" (ele começa a se movimentar na sua direção quando você chega perto dele, caso ele te pegue, é bem chato se livrar dele), e com as "gosmas rastejantes" (espere elas pularem e aí, ataque-as sem dó). Chefe - Hydra
Talez por sérias restrições orcamentárias, ou ainda para facilitar a vida do jogador, essa hydra possui apenas 3 cabeças (uma com ataques de fogo, outra com ataques de gelo, e a terceira com ataque baseados em veneno). Basta escolher uma delas e atacá-la sem parar até ela ser derrotada. Depois disso, concentre-se na segunda cabeça para, em seguida, acabar com a última restante. Cuidado com as investidas delas (sempre que uma delas desaparecer do campo de visão, saia da direção delas). Gameplay:
Stage 5 - To the Norde Isle
Essa fase é extremamente curta e se passa dentro de um navio. Aqui apenas dois (novos) inimigos aparecem: as caveiras (são extremamente rápidas e atacam vorazmente, tome cuidado com elas) e uma espécie de lagartos do mar (basta esperar a investida deles, desviar e contra-atacar). Uma vez derrotado todos os inimigos, o jogador passa para a fase seguinte automaticamente. Gameplay:
Stage 6 - The giant in the Shrine
Talvez para compensar a fase anterior, essa é bem longa, com três cenários totalmente diferentes: a terra firme, logo depois do personagem sair do barco, onde é interessante tomar cuidado com as harpias (espere elas ficarem na sua direção, e aí ataque-as; cuidado com as suas investidas); na parte térrea do santuário (onde voltamos a enfrentar o minotauro, ou talez um irmão dele, basta utilizar a mesma tática anterior); e já dentro do santuário, onde o número de inimigos é cada vez maior. Depois de vencer essas 3 etapas, chegamos ao chefe. Chefe - Cyclops
Ele é extremamente forte, mas os seus padrões de ataque são facilmente descobertos. Caso esteja jogando com o mago ou o elfo, é até mais fácil ainda em virtude do alcance dos seus ataques. Quando ele atacar com socos, basta ficar a distância de mais ou menos um pulo dele, e atacar sem dó. O seu segundo ataque consiste em arrancar uma parte do cenário e jogá-la na sua direção. Aqui basta sair da direção dele, dando um passo para o lado. Quando ele rosnar na sua direção e ficar por alguns instantes imóvel, significa um ataque em investida bastante forte. Mais uma vez, desvie do ataque dando um passo para o lado. Ataque no intervalo disso tudo e mais um chefão de fase será derrotado. Gameplay:
Stage 7 - Trent Woods
Saímos do santuário e entramos em uma floresta. Aqui todo o cuidado é pouco com inimigos que aparecem: mais caveirinhas chatas, mais orcs imundos, mais gosminhas rastejantes, mais lobos com bestas. Aqui aparece também outro inimigo que dará trabalho mais a frente: os homens-lagarto (eles também são ágeis, não fique muito próximo deles). Chefe - Giant Spider
Na verdade deveria estar no plural, pois são várias aranhas gigantes. No início, aparece apenas uma, mas, quando metade da energia delas vai embora, aparecem duas delas. Sendo assim, não parta ensandecidamente para o ataque assim que a primeira aparecer, espere alguns instantes para não ser pego pela segunda, e, em seguida, ataque sem parar, sempre prestando atenção nas suas investidas. Ah, e tome cuidado com o veneno que elas lançam. Siga esse procedimento e teremos aranha cozida para o jantar!! Gameplay:
Stage 8 - To the Castle
Seguindo a pista que a árvore falante nos forneceu, rumamos em direção a Northern Castle. No caminho, mais inimigos chatos para enfrentar (e em grande número). A partir dessa fase, começa a aparecer também a artilharia de arqueiros (eles aparecem, lançam uma flecha cada um em sua direção, e depois saem de cena). Derrotar cada um deles ou ainda interceptar a flecha no momento exato rendem alguns pontos. Chefe - Dragon Rider
São dois ataques-padrão desse chefe: uma trilha de chamas gerada pelo dragão que ele está montando, e a inestida com a lança. Em ambos os ataques, o segredo é atacar pulando no momento certo, assim você será acertado poucas vezes. Caso esteja jogado com o mago, procure atacar o mais próximo possível dele. Acredite, vale o risco. Gameplay:
Stage 9 - In the Castle
Chegamos ao Northern Castle, e logo temos uma supresa: nessa fase aparecem não apenas um, mas DOIS Dragon Riders, junto com aqueles inimigos chatos que já mencionamos. Basta usar a mesma tática descrita anteriormente, além de prestar atenção nos inimigos menores. O velho conselho de acabar com eles o mais rápido possíel também se aplica aqui. Tome cuidado também com os lobos com lanças: se você estvier distante deles, eles irão fazer uma investida em velocidade com a lança, jogando você para longe. Chefe - Black Knight
Aiso: seja qualquer um dos personagens que você estier jogando, não tente encará-lo de igual para igual. Você perderá vergonhosamente. Aqui, o segredo é, por mais incrível que possa parecer, ficar no canto inferior esquerdo da tela, distribuindo ataques. Assim, você será atingido poucas vezes pelos ataques do Knight (especialmente um que ele vvem em alta velocidade, muito difícil de desviar) e pelos dragões que aparecem (um em cada canto da tela). Gameplay:
Stage 10 - Underpass
Chegamos aqui a fase mais fantasmagória desse jogo!! Aqui quase todos os inimigos (como convém a um cenário mal-assombrado) são mortos-vivos. Pena que só tenhamos duas ariedades: as tão famigeradas e chatas caveirinhas; e as múmias, que tiram energia sua ao simples toque. Chefe - Wraith
Mais uma vez, o nome do chefe deveria vir no plural, pois são SEIS espectros que ficam andando em círculos, e atacam com uma espécie de braço de um esqueleto. Procure sempre ficar dentro do circulo, assim será um pouco mais tranquilo de atacar. Não será muito fácil, já que eles se movimentam a todo instante, e procure acertar o braço de esqueleto que eles lançam para não ser atingido. Quando eles estiverem nas últimas, eles se movimentarão com uma velocidade absurda, portanto, cuidado! Gameplay:
Stage 11 - Battle in the Front
Aqui estamos dentro de um castelo, onde há uma alta concentração de monstros. Em um moemnto dessa fase, aparecerão vários homens-lagartos, junto com vários arqueiros, tudo isso em um espaço diminuto. Aqui rapidez e agilidade é fundamental. Após uma série de inimigos, chegamos ao chefe de fase. Chefe - Great Draconian
Tome cuidado com ele, apesar dele ser grande, é extremamente rápido e ágil. Mas é possíel derrotá-lo sofrendo pouquíssimo dano. Quando ele atacar normalmente com a espada (que também estica), basta ficar do seu lado direito (uma vez que ele carrega a espada no seu lado esquerdo), que você não será atingido. De tempos em tempos (especialmente caso você esteja distante) ele investirá com o seu escudo, tal qual o minotauro da segunda fase. Basta sair de sua direção para não ser atingido. Há ainda um ataque aéreo, onde ele pousa com a sua espada e "quica" no chão, parando em seguida. Espere ele completar esse movimento e ataque sem parar próximo dele. Seguindo esse procedimento, ele se transformará em pedra em um instante. Gameplay:
Stage 12 - Castle Ganeros
Depois de salvarmos a princesa e não ganharmos nada em troca (o Mario pelo menos ganha um beijo da Peach), seguirmos até mais um Castelo infestado de inimigos. Logo de cara enfrentamos mais um Dragon Rider (sério, quantos Dragon Riders existem na família?? =D) e caveirinhas vitaminadas (ah, o velho esquema de apenas diferenciar os inimigos pela cor para mostrar que estão mais fortes...=D). Mais a frente, enfrentamos lobos/chacais com bestas vitaminadas (que lancam duas flechas por vez). Sorte nossa que essa fase é curta, e logo em seguida enfrentamos os chefes de fase. Chefe - Royal Knights
E não é apenas a família Dragon Rider que é numerosa. Desta vez, enfrentaremos DOIS cavaleiros iguais ao Black Knight da nona fase. E aqui não funciona o macete de ficar no canto da tela!! O que resta para nós é concentrar os ataques em um deles, até derrotá-lo. Com isso, quando restar um será um pouco mais fácil. Procure ficar numa distância segura das suas investidas com a espada, e tente desviar o mais rápido possíel quando ele(s) atacar(em) em velocidade. É uma batalha dura, mas perfeitamente vencível (existe essa palavra???) Gameplay:
Stage 13 - Dark Wizard
Outra fase sem muitas firulas. Parece até uam fase-bônus, mas não é. Inicialmente atraessamos uma espécie de ponte, com inúmeros mini-gárgulas (ou algo parecido) voando em nossa direção (lembram das cabeças de medusa na série Castleania? São parecidas!!), onde dá para acumular muitos pontos nesse trecho. Após uma série de homens-lagarto, enfrentamos o lacaio do Dark Wizard, que aparece e desaparece, tentando te surpreender. Basta ser mais rápido que o mago mequetrefe que o caminho para enfrentar o Dark Wizard estará aberto. Chefe - Dark Wizard
Um chefe com o nome pomposo como esse, e que dá nome a fase parecer ser bastante casca-grossa, não é? E pode ter certeza que é!!!! O esquema é atacar enquanto ele estiver parado e, quando ele levantar o seu cajado, se afastar dele o mais rápido possível (ou você virará churrasquinho). O lance é ser paciente, assim que ele levantar o cajado, fique o mais longe possível. Quando a sua energia estiver baixa, ele atacará também com duas bolas de ferro em sua direção. Mais uma vez, afaste-se dele e desvie para o lado quando ele lançá-las em sua direção. Siga esse procedimento com paciência e o Dark Wizard será história. Gameplay:
Stage 14 - A Cave in the Woods
E os homens-lagartos-do-mar-saltitantes voltaram! Logo no início da fase você reencontrará com eles (cinco, para ser mais exato). Basta esperar que eles saltem na sua direção para atacá-los em seguida. Mas o cenário é reinado pelos lobos com lanças. Basta desviar das suas investidas em velocidade para derrotar todos eles. Chefe - Wyvern
E o temos aqui o irmão bem mais turbinado, bem mais rápido, e agora, com ataque de gelo, do chefe da terceira fase. Além de ser bem mais ágil, temso constantemente os lobinhos com lanças aparecendo para atrapalhar a nossa vida. O mesmo esquema com o seu irmão mais novo está valendo aqui, só tomando um maior cuidado com as suas investidas (ele é extremamente ágil) e o seu bafo de gelo, pois é uma pedida para ser espetado em seguida pelos lobinhos. Gameplay:
Stage 15 - Underground Labyrinth
E temos aqui mais um cenário fantasmagórico com inimigos igualmente fantasmagóricos (no caso, as múmias - são cinco - e as caeirinhas itaminadas), além das gosmas rastejantes extremamente rápidas. As mesmas dicas para enfrentar esses inimigos ditas anteriormente são aplicáveis a esses mais vitaminados. Aqui temos a última arma do jogo. Chefe - Cyclops
Mais uma vez temos os irmãos dos chefes de fase tentando recuperar a honra da família. Desta vez, temos os irmãos dos chefe da sexta fase. Eles possuem os mesmos padrões de ataque de seu irmão mais novo. A mesma dica dita para os inimigos duplos se aplica aqui: concentre os seus ataques primeiramente em um deles, para depois concentrar os seus esforços no restante. E o mesmo esquema para derrotar um deles, funciona para os dois, bata ter um maior cuidado com as suas investidas. Gameplay:
Stage 16 - Golden Limestone Cave
E, por fim, chegamos finalmente a batalha final contra o Dragão Gildius. E, no meio do caminho, temos inúmeros baús para coletar pedras preciosas, sacos de dinheiro e outras benesses. Basta tomar cuidado com os baús endemoinados e iolá, chegamso ao Dragão Gildiss sem problemas. Chefe - Red Dragon
Enfim a tão sonhada batalha final. Gildiss é tão grande que apenas uma de suas mãos e a sua cabeça aparecem em primeiro plano. E, como todo último chefe, ele é o mais apelão. Sua baforada tira simplesmente METADE da energia, e nem adianta tentar chegar perto dele que a sua mãozinha te pega e joga para o lado para deixar de ser malandro. Aqui a paciência é a sua grande amiga. Ataque-o quando ele movimentar a sua cabeça e, assim que ele arregalar os seus olhos, saia da frente dele o mais rápido possível, ou você virará churrasquinho. Em nenhum momento tente ser mais rápido que ele, ou ainda tenha aquele pensamento "Ah, acho que dá para dar mais um ataque". Assim que ele arregar os olhos, CORRA!!! E nem tente ficar atrás da sua cabeça, senão a mãozinha dele te jogará para longe. A cada dois tracos de energia perdidos por ele, ele muda de lado. Siga nesse ritmo, sem pressa, até derrotá-lo. E assim chegamos ao final do jogo, onde emos o nosso herói no alto da torre de Gildiss, onde temos os letreiros explicando que a paz enfim oltou a reinar. Sim, nada de finais cinematográficos, dignos do mais renomado diretor de Hollywood. Afinal isso aqui é um jogo de beat'em up da década de 90, não um RPG cheio de personagens emo para ter um draminha final!! Gameplay:
Bom, espero que vocês tenham gostado e que as minhas dicas tenham sido valiosas para todos que se aventurarem a jogá-lo. Procurarei trazer mais jogos do gênero para detonar e gravar o gameplay. Aliás, caso você queira sugerir algum jogo para eu detonar e aparecer no "Guia dos Socos e Pontapés" (antes que me espanquem, calma, também prepararei um semelhante para os shooters), basta sugerir aqui nos comentários que eu avaliarei, jogarei, e gravarei para todos se deliciarem e dizerem que eu sou n00b e que fariam bem melhor!! =D Até a próxima e bons games a todos!!!
[Momento Galvão Bueno on] Bem amigos do GAMERETRÔ!!! Estamos aqui reunidos para mais um post desse blog da família retrogamer Brasileira!![Momento Galvão Bueno off]
Acredito que, se você têm a ousadia de acessar esse blog, você já é um gamer há algum tempo! E, se você é um gamer, provávelmente você também gosta de outras mídias intimamente ligadas ao universo "nerd" (sim, vocês todos são NERDS em maior ou menor grau e não adiantam negar!!!). Dentre elas, temos as revistas em quadrinhos, ou, melhor dizendo, as HQ's. E, nos últimos anos, as HQ's vem sendo bastante utilizadas como base de roteiros para inúmeros filmes. E, com isso, são lançados também os jogos licenciados (que eu já falei um pouco a respeito em um post anterior). Entretanto, apenas um jogo feito a 14 anos atrás para o Mega Drive utilizou da estética dos quadrinhos de maneira literal para criar não apenas um jogo, mas um dos mais criativos e sensacionais de todos os tempos! Sim, estou falando do...
1) Nome do jogo - Comix Zone
2) Plataforma - Mega Drive
3) Ano de lançamento - 1995
4) Produtora - SEGA
5) Distribuidora - SEGA 6) Gênero - Beat'em Up
7) História - Sketch Turner, um desenhista e um músico de rock, está trabalhando no seu mais nova revista, surgida a partir dos seus recorrentes pesadelos, "Comix Zone", sobre uma invasão alienígena na Terra e a posterior criação de uma força de resistência. Um dia, Sketch estava trabalhando durante uma tempestade e um relâmpago atinge o seu apartamento, fazendo com que o vilão de sua revista - um poderoso mutante chamado Mortus - troca de lugar com Sketch, fazendo com que ele fique preso em sua própria criação. Mortus, agora com o controle da revista, cria todos os desafios inimagináveis para evitar que Sketch consiga voltar ao mundo real.
8) Impressões pessoais - Nesses quase dois anos, já falei de inúmeros jogos e temas! Inclusive já dediquei um post inteiro aos beat' em ups (relembre-o aqui)! E, nesse post, cometi a pachorra de esquecer esse clássico!!
Como eu mencionei no início do post, "Comix Zone" não foi o primeiro jogo envolvendo HQ's, mas foi o único (pelo menos é o que a minha mente danificada pelos anos de games!!) que coletou toda a mitologia envolvendo as revistas em quadrinhos e, em cima disso, criou uma história e uma estética totalmente original e única! Sem falar na cena de abertura, qque contava de maneira sensacional toda a história do jogo em 30 segundos. Vejam com os seus próprios olhos:
Mas um jogo não se torna um clássico com apenas 30 segundos! Após vermos a cena de abertura e iniciarmos o jogo, estamos diante de um excelente beat'em up!
Começamos pela parte gráfica: o jogo possuía o poder de fazer o jogador pensar que estava em uma revista em quadrinhos!! E isso não é uma hipérbole. Os gráficos do jogo eram simplesmente ótimos e, na minha modesta opinião, surpreendem até hoje. Como o jogo se passava dentro de uma HQ, cada fase era representada por um capítulo da revista, e cada tela era representada pelos tiras que temos em uma página de uma HQ's. Sem falar que os inimigos e os obstáculos que surgiam eram mostrados como se fossem desenhados pelo Mortus. Até mesmo os detalhes, como, por exemplo, as falas dos personagens, eram concebidas para que transmitisse a sensação de uma HQ.
Em todo um beat'em up, um dos itens mais importantes (se não o mais importante) é a jogabilidade. E "Comix Zone" não fazia feio nesse quesito. Além dos botões padrõs de soco e pulo (que já permitem alguns golpes especiais através das combinações desses botões com o direcional), como é bastante usual nos beat'em ups, o herói do jogo pode carregar até três itens. Um destes itens (o mais importante, aliás) é o seu rato de estimação Roadkill, que pode acionar locais e alavancas que o seu dono não alcança. Outra coisa muito legal da jogabilidade é que, segurando o botão de ataque por alguns segundos, Sketch rasga um pedaço da página e faz um aviãozinho de papel, atirando contra inimigos ou obstáculos. Esse movimento, porém, consome um pouco de energia. Ou seja, a interatividade com cenários, que é tanto alardeada nos últimos anos, já existia na era 16 bits!! XD
ATENÇÃO!!! SPOILERS A FRENTE!! CUIDADO AO ULTRAPASSAR A LINHA ABAIXO!!!
Uma outra coisa interessante do jogo é o fato dele permitir dois finais diferentes, depedendo de como termina a luta final. No bom final, Sketch deve derrotar Mortus e livrar Alissa em tempo. Os dois conseguem escapar de Comix Zone e a revista se torna a mais vendida de todos os tempos, Alissa se torna chefe de segurança das forças armadas e Roadkill ganha uma montanha de queijo. No final ruim, Sketch escapa da revista mas não consegue salvar Alissa, que morre e Comix Zone é destruída, a imagem final mostra Sketch re-desenhando tudo e re-vivendo o vilão Mortus, na esperança de conseguir um final melhor. Isso só ratifica o quanto a SEGA estava preocupada em proporcionar uma melhor experiência possível para o jogador (pena que esses bons tempos dela estão demorando a voltar...)
O mais incrível é que esse é um jogo que muitas pessoas não conhecem (bom, pelo menos eu conheço pouquíssimas, caso alguém conheça, manifeste-se!!XD) , o que só atesta que a era 16 bits foi a época de ouro dos videogames, onde eram lançados uma obra-prima diariamente (hoje eu estou inspirado para hipérboles!! XD). Portanto, fica aí para o pessoal mais uma dica de um bom jogo que, mesmo sendo antigo, possuem características que, até hoje, são inovadoras (especialmente no que diz respeito a sua ambientação), o que prova que os designers de antes eram mais criativos do que os de hoje em dia (mas esse é um assunto que guardarei para um próximo post..)
Mais uma semana está terminando, e ainda estamos aqui!!!
Estamos chegando a dois meses de blog. Isso é muito bom, pois achava que não teria paciência para postar quase que semanalmente por aqui. Mas estou gostando muito de mantê-lo, mesmo ele (aparentemente) ele não sendo tão visitado assim. Aliás, um recado para aquele que visita o blog (sim, eu sei que você existe): Deixe o seu comentário. Sem ele, não tenho como saber se os meus comentários estão agradando vocês ou se estou sendo um chato de galocha ao fazer comentários tão ridículos! :)
Bom, chega de papo, vamos ao post de hoje. Que também é especial!!!
Semana passada fiz o especial para os shooters (ou "jogos de nave", se preferir), um gênero um tanto quanto esquecido nos consoles atuais. Hoje, resolvi ser solidário e falar de outro gênero igualmente amado pelos gamers old school, mas que também foi um tanto esquecido atualmente: os beat'em up (conhecidos também como "espanca e anda" por aqui...)
O início do espancamento:
Os jogos Beat'em Up (também chamados de scrooling fighting games, fighting action games, ou ainda brawlers) são aqueles em que um personagem (ou um grupo de personagens) percorre várias fases espancando quem passar na sua frente até chegar no seu objetivo final. Muito dessa temática de jogo deve-se princpalmente aos filmes de luta ou de gangues, onde o personagem principal se via sempre ao redor de vários inimigos. Com os jogos beat'em up, qualquer um poderia ter essa sensação de distribuir toda a sorte de socos e pontapés nos vilões e seus capangas.
Nessa linha, ainda temos o hack'n'slash, que não é nada mais do que o beat'em up, com a diferença que o(s) personagem(ns) controlados pelo jogador portavam alguma arma.
A disseminação das pancadas:
Foi na década de 80 que o gênero se criou e se popularizou no mundo dos games, tendo o seu auge na segunda metade da década de 80 (com os inúmeros arcades do gênero) e no inícioda década de 90 (com a era 16-Bit - Super Nintendo e MegaDrive -também conhecido como "O Duelo do Século no Mundo Eletrônico" :) ). Com a sua jogabilidade simples, o gênero alavancou inúmeros títulos durante o seu auge, bgerando diversas fraquias de respeito.
A extinção dos velhos galos de briga:
Depois da era 16-bit, com o advento dos gráficos poligonais, que proporcionavam uma tridimensionalidade jamais vista dos games (não apenas em relação aos gráficos, mas também a linearidade do jogo, acrecentando mais uma dimensão para a movimentação do personagem), os gêneros existentes sofreram adaptações para aproveitar esse avanço tecnológico. Alguns conseguiram fazer essa transição muito bem (RPG's, Plataformas). Infelizmente, o beat'em up não foi feliz. Apesar de alguns jogos triunfarem (como, por exemplo, o maravilhoso Guardian Heroes, para Sega Saturn), outros não tiveram a mesma sorte (Fighting Force, para PSOne e Final Fight Streetwise e Urban Reign, para PS2, são os que eu me lembro de antemão), marcando essa época como o início da queda do gênero, até praticamente sumir nos dias atuais. É bem verdade que nos últimos anos houve uma pequena revitalizada no gênero, graças a títulos como "Devil May Cry", "God of War" e "Ninja Gaiden" (os dois primeiros para PS2, e o último para XBOX), mas esses jogos não possuem o charme e o feeling daqueles clássicos feitos em sprites. Sendo honesto, o jogo atual que me faz lembrar com saudade daquela época e que consegue ser tão divertido quanto os clássicos do gênero é "Contra 4", do Nintendo DS, principalemnte por conservar os sprites 2D tão característicos do gênero.
Os Culpados pelos Hematomas
Bom, chega dessa introdução. Vamos a alguns títulso que fizeram a história do gênero. Um deles já foi comentado há algumas edições atrás (Streets of Rage III) por ser o mais representativo. Mas aqui vão outros dignos de nota:
1) NES
Contra - Um guerrelheiro armado com uma metralhadora, zilhões de combatentes para exterminar, e quinquilhões de tiros para desviar. Um tiro, morte na certa. Era assim o mundo dos hack'n'slash na década de 80. Supresos? Vocês não sabem o quanto isso era divertido e desafiador. E olha que esse não é o mais difícil da série (esse título pertence a "Contra: Hard Corps", do Megadrive), mas já é suficiente para quebrar alguns controles de raiva. Se puderem, consigam esse jogo.
Double Dragon - Se vocês mais novos só conhecem o jogo de luta (razoável) com esse nome, saibam que ele se originou do (pavoroso) filme honônimo, que, por sua vez, foi inspirado pela (maravilhosa) série beat'em up da década de 80. As versões que joguei foram esta para o NES, e outra para o Super Nintendo (chamada de "Super Double Dragon). Como a versão para SNES é apenas razoável, a clássica para o NES é a que merece a nossa atenção aqui.
Battletoads - Um dos jogos mais difíceis do NES. É com esse título que esse jogo assombrava todos que se atreveram a colocá-lo nos seus Nintendinhos e clones daqui do Brasil da década de 80. E não é que o jogo fazia jus a sua fama? Mas esse não é o único mérito do jogo. Os gráficos, como vocês podem ver pela foto, exploravam o máximo poder do NES. Quem visse pela primeira vez, poderia pensar que se tratava de um jogo da época 16-bit. Sem falar que os ambientes de fundo muitas vezes davam uma sensação de tridimensionalidade ao cenário (a fase dos hovercrafts é uma das mais impressionantes nesse ponto). Sem contar as maneiras mais absurdas e legais de detonar os inimigos (socos gigantes, cabeçadas, "enterrar" o inimigo, lançá-lo tal como uma bola de beisebol, etc...).
2) Super NES
Contra III: The Alien Wars - Normalmente não colocaria uma seqüência de uma série em uma lista dos melhores games do gênero, mas dane-se. Contra III merece estar na lista por multiplicar toda aquela sensação que tivemos ao jogar o primeiro, tudo isso acompanhado por algumas adições que vieram muito bem a calhar (a opção de carregar dois tipos de armas), além dos gráficos embasbacantes e os chefes gigantescos, além da dificuldade como nos velhos tempos do NES.
Teenage Mutant Ninja Turtles IV - Turtles in Time - Infelizmente não cheguei a jogar os primeiros da série, mas lembro com alegria do Arcade, um genuíno beat'em Up (apesar de ser fácil). E esse título do SNES transmite a mesma sensação de jogar aquele arcade, com ação variada (e um ótimo uso do chip Mode 7 em algumas fases), jogabilidade funcionando como um relógio suíço, além de um ritmo ainda mais rápido do que os beat'em Up mais tradicionais. Cowabunga!!!
Sunset Riders - Assim como um amante dos games, sou um amante também do cinema. E o western está entre os meus gêneros cinematográficso preferidos. Junte essas duas paixões e temos Sunset Riders!!!! Nunca foi tão divertido estar no Velho Oeste, distribuir tiros em todos os malfeitores, ser atropelados pelos touros na primeira fase, lançar bananas de dinamite, distribuir milhares de tiros nos chefes de fase, entrar nas tavernas da velha cidade empoeirada atrás de dinheiro, bebida e mulheres...Enfim, é a sensação de ser um daqueles pistoleiros sem-nome dos filmes de Leone transportada para um cartucho!!!
Knights of the Round - Aqui somos transportados aos tempos de capa e espada, mais precisamente para a lenda do Rei Arthur e os cavaleiros da Távola Redonda. Além do Rei Arthur, tinhamos Lancelot e Perceval, cada qual com suas vantagens e desvantagens. O interessante desse jogo é a opção de evolução da sua arma (e da sua armadura) conforme um número determinado de pontos era alcançado, tal qual um RPG. Um jogo que faz parte da época áurea desse gênero, e que merece ser citado por aqui.
3) Megadrive
Golden Axe - Mais um exemplo de como a SEGA era mestre em conversões dos seus arcades para os consoles domésticos. Golden Axe é simplesmente o segundo melhor jogo do gênero para mim. Aliás, os três melhores são do Megadrive (e um deles já foi falado a alguams edições atrás). Golden Axe já assombrava os fliperamas no final da década de 80, e, três anos depois, assombrava na mesma proporção no Megadrive, sendo um dos carro-chefes do console. Três guerreiros (um homem, uma mulher e um anão) lutando contra a tirania de Death-Adder; feiticeiros; anões com poções, carnes, e outras iguarias apreciadas pelos personagens principais; dragões; lagartos gigantes; desfiladeiros; pontes;, tudo isso foi transportado com precisão cirúrgica para o Megadrive,fazendo desse um dos clássicos daquela época.
Gunstar Heroes - E esse completa o meu top 3 de games do gênero. Antecessor do igualmente maravilhoso Guardian Heroes, do Sega Saturn, esse jogo possui um dos rimos mais alucinantes que já presenciei. Os gráficos são extremamente coloridos e um dinamismo nos movimentos impressionante. Sem falar nos zilhões de inimigos que apareciam dasmais variadas direções, sem dar um segundo de descanso. Isso, somado com os quinquilhões de tiros desferidos pelos personagens, geravam uma imagem alucinante, chegando ao ponto de ser praticamente imossível identificar o seu personagem. E tudo isso sem slowmotions e nem queda de framerate. Um jogo que merece ser jogado!!
Bom, pessoal, é isso. Espero que os jogos "escolhidos" para serem comentados tenham agradado a todos. Se deixei algum de fora, é porque o post ficaria gigantesco. Sendo assim, aproveitem o espaço de comentários para falar de outros do gênero!! Vamos lá, comentem, critiquem, elogiem, acessem!! Vamso espalhar essa história recente dos videogames através desse blog!!!
E continuo persistindo nesse blog metido a besta!!!
No meu post anterior eu comentei que, apesar de ser Nintendista assumido (Nintendo, Super Nintendo e Nintendo DS - em breve o Wii!!!! lol), nunca deixei de jogar outras plataformas. E, nessa próxima resenha, irei provar isso. Afinal de contas, a proposta aqui é falar sobre jogos clássicos do passado, e não ser mais um blog a exaltar a Nintendo (como se ela precisasse!! :D).
Então, vamos ao que interessa. O jogo de hoje é:
1) Nome do Jogo - Streets of Rage III (Bare Knuckle III no Japão)
2) Plataforma - Sega Genesis/Megadrive
3) Datas de Lançamento - Japão/EUA - 14 de março de 1994
4) Produtora - Sega
5) Distribuidora - Sega
6) Gênero - Beat'em Up (o popular Espanca e Anda :P)
7) Impressões Pessoais - Tão clássico como os shooters (os "jogos de nave", que serão citados futuramente aqui), os jogos beat'em up divertiram (e ainda divertem) gerações de gamers desde os tempos de flipperama. Simples, com roteiros em sua maioria simplórios (até mesmo, em algus casos, ridículos ou quase inexistentes), o foco desses jogos era puramente a diversão de bater em vários adversários mal-encarados sozinho ou em dupla. Com o advento dos video-games de 8 bits na década de 80, foi possível transportar a mesma carga de diversão dos flipperamas para a casa dos jogadores, que não precisavam mais gastar fichas e fichas (e ter que pedir aos pais para pagar a dívida acumulada por todas aquelas fichas jogadas fiado no flipper da esquina) para conseguir chegar até o final. Nos meados da década de 90, com os video-games de 16 bits dominando o mercado, foi possível a conversão cada vez mais fiel dos clássicos desse estilo para o conforto de casa. Dentre esses clássicos do beat'em up, três se destacaram, principalmente, graças a quantidade de fãs adquiridos desde os tempos do fliperama: Golden Axe, Streets of Rage e Final Fight. O console da Sega ficou com os dois primeiros (já que eram produzidos pela própria Sega), enquanto que o SNES adquiriu o terceiro (que era produzido pela Konami).
A despeito da qualidade da conversão de Final Fight para o console da Nintendo, os jogos do Megadrive sempre me chamaram mais atenção. Especialmente o alvo dessa resenha. Streets of Rage III (o terceiro da série, lógico) é a perfeição nesse estilo. Lançado em 1994 simultaneamente na América e no Japão (com o nome de Bare Knuckle III), esse jogo consolidou a fama do console da Sega de possuir as melhores adaptações de jogos de fliperama (isso até chegar Killer Instinct, mas isso fica para uma outra resenha).
O jogo, como era tradição no estilo, possuia um enredo simplório, mas, como foi dito anteriormente, isso era (e ainda é nesse estilo) o que menos importa. Com modificações significativas em relação ao seu anterior (o advento da corrida; uma barra de power que permitia executar um "golpe especial"; mais variedades de golpes; quatro personagens jogáveis, além de três "secretos"; armas utilizadas de modos diferentes para cada personagem; um nível maior de dificuldade; esquiva, etc.), além de uma precisão maior nos comandos, tinhamos um jogo extremamente dinâmico e com um ritmo alucinante para a época.
Outra modificação bastante visível foram os gráficos. Em contraste com os 8 Megabit doprimeiro Streets of Rage e os 12 do segundo, a Sega resolveu abrir o cofre, fazendo desse jogo o primeiro da empresa a ter 24 Megabit de memória. Isso proporcionou gráficos soberbos para a época, aproveitando toda a palheta de cores do Megadrive (que era mais extensa que a do SNES). Como resultado, os cenários são coloridíssimos, bonitos de se ver.
Além disso, a trilha sonora, composta pelo mais-do-que-conhecido Yuzo Koshiro (caso você tenha vivido em Marte nos últimos 20 anos, aqui está a ficha corrida do cara: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yuzo_Koshiro. Pelo menos um dos jogos listados você deve ter jogado. :P). Apoiada na sua maior parte do tempo na música eletrônica, ela se encaixa perfeitamente no ritmo do jogo, facilitando ainda mais a imersão do jogador.
Assim, caso você esteja procurando um jogo onde não tenha a preocupação de raciocinar durante horas em um puzzle, que tenha comandos simples e eficientes, e que seja divertido de jogar sozinho ou em dupla, não perca tempo: vá direto para o console da Sega de 16-bit e reviva a década de 90 com estilo.
9) Curiosidades:
A versão japonesa desse jogo, ao contrário das duas outras versões, teve mudanças significativas em relação a versão americana. Uma delas é a retirada de Ash, um sub-chefe da primeira fase que, digamos, tinha feições, roupas e movimentos meio "suspeitos" :P . Além disso, as cores das roupas dos personagens principais foram alteradas.
10) Dicas:
Jogue com o Canguru Roo - Na tela de abertura, segure direcional cima + B e então pressione Start. Agora ele estará disponível na tela de seleção de personagens;
Jogue com Shiva - após derrotar Shiva na primeira fase, assim que você receber o último golpe dele, pressione B + Start e segure. Quando a tela de continue aparecer você poderá selecionar Shiva;
Super Skate - escolha Skate para jogar. Assim que a primeira fase começar, perca uma vida sem bater em ninguém, ou seja, com 0 pontos. Daí você poderá jogar com o Super Skate, que tem um combo bem mais forte;
Seleção de fases - Segure B + direcional cima e pressione Start na tela de abertura do jogo. A seleção de fases aparecerá no menu Options.